Para lá das exposições centrais do Anozero’26 — Bienal de Coimbra, distribuídas por oito espaços da cidade (Mosteiro de Santa Clara-a-Nova, Círculo Sede, Círculo Sereia, Museu Municipal de Coimbra – Sala da Cidade, Edifício Chiado, Convento São Francisco, Jardim Botânico e MUSEU) a programação dos próximos dias inclui um conjunto alargado de iniciativas que cruzam arte contemporânea, pensamento crítico, criação coletiva, performance e participação comunitária.
No dia de 25 de Abril, os espaços do Anozero’26 mantêm-se abertos ao público, com exceção de dois espaços do Museu Municipal da Cidade: Edifício Chiado e a Sala da Cidade.
A Bienal de Coimbra – Anozero’26, uma organização do Círculo de Artes Plásticas de Coimbra, da Câmara Municipal de Coimbra e da Universidade de Coimbra, apresenta, entre os dias 17 e 19 de abril, um conjunto de iniciativas que integram o Programa Educativo e o Programa Convergente, reforçando a dimensão participativa e relacional da Bienal.
Entre ruídos e lamentos, fotografias e filmes, livros e pinturas, a exposição “Segurar, dar, receber” espelha o mundo atual marcado por conflitos e guerras com o propósito de criar a possibilidade de um território de esperança. Veja a entrevista ao diretor da Bienal de Coimbra
Número de participantes duplicou face à anterior edição. Anozero’26, com “epicentro” no Mosteiro de Santa Clara-a-Nova, percorre vários espaços da cidade, com Coimbra na rota da arte contemporânea até 5 de julho
Anozero, nesta edição com o tema “Segurar, dar, receber”, explora “formas de troca”, abordando conceitos como generosidade, simbiose, ajuda mútua e hospitalidade.