
Concerto dos Candura encerra bienal Anozero em Coimbra em julho
O programa de encerramento da bienal de arte contemporânea Anozero, em Coimbra, vai contar com um concerto dos Candura, a 5 de julho, no refeitório do Mosteiro de Santa Clara-a-Nova, principal espaço expositivo.
A bienal, que foi inaugurada em abril, encerra a 05 de julho, contando com um concerto dos Candura, projeto formado por André Hencleeday e Pedro Coragem, que irão atuar no refeitório do Mosteiro de Santa Clara-a-Nova, espaço que acolhe a obra “From Ruin”, de Rui Chafes, anunciou hoje a organização da Anozero.
O grupo “tem vindo a afirmar-se como uma das propostas mais singulares da música experimental portuguesa, desenvolvendo uma linguagem sonora que cruza drone, noise, improvisação e composição contemporânea”, lê-se na nota de imprensa enviada à agência Lusa.
Para o encerramento da Anozero, é proposto um diálogo direto do duo com a obra de Rui Chafes, “uma escultura suspensa em ferro, envolta em penumbra”.
“A experiência sonora proposta pelos Candura prolonga e amplifica esse ambiente, conduzindo o público para um território de intensidade física, contemplação e recolhimento”, salientou a bienal.
O concerto, marcado para as 17:30 de 05 de julho, terá a duração de cerca de uma hora, sendo a entrada gratuita, mas sujeita a reserva prévia.
O programa completo do encerramento da bienal, que decorre nesse fim de semana, encontra-se disponível em anozero26bienaldecoimbra.pt
A edição deste ano, que tem como tema “Segurar, dar, receber”, conta com mais de 50 artistas, distribuídos por oito espaços da cidade, num programa com curadoria de Hans Ibelings e John Zeppetelli e curadoria-adjunta de Daniel Madeira.
Taryn Simon, Nan Goldin, Jonathan de Andrade ou Shilpa Gupta são alguns dos artistas presentes.












