
Anozero’26 reforça programação educativa e convergente entre 17 e 19 de abril em Coimbra
No Mosteiro de Santa Clara-a-Nova, o Programa Educativo propõe um conjunto alargado de atividades que cruzam arte, educação e criação colaborativa. No dia 17 de abril, sexta-feira, pelas 16h30, realiza-se o workshop e convivência criativa “Segurar, dar, receber”, com Luís Umbelino, Luís Quintais e Carlos Antunes. No dia 18 de abril, sábado, entre as 14h30 e as 17h30, decorre o laboratório de criação “Segurar, dar, receber. Uma palavra é muitas coisas”, orientado por Adriana Campos. A atividade tem a duração de três horas, com lotação de 20 participantes e o custo de 8€, sendo as inscrições realizadas em www.anozero26.short.gy/Inscricao. Estão disponíveis bolsas de fomento, mediante solicitação através do email [email protected].
Paralelamente, realizam-se visitas orientadas ao público, aos sábados e domingos, entre as 16h00 e as 17h00, de 18 de abril a 5 de julho, mediante inscrição através do email [email protected]. Dirigidas a escolas e grupos, decorrem também ações de mediação e convivência criativa, entre 14 de abril e 26 de junho, de quarta a sexta-feira, entre as 9h30 e as 16h00, mediante agendamento prévio através de formulário online.
O Programa Educativo Anozero’26, sob o título “Círculos de criação e afetos”, afirma-se como um espaço de experimentação coletiva, onde a mediação é entendida como prática de encontro e produção de sentido.
Paralelamente, o Programa Convergente expande a Bienal a vários espaços da cidade. No fim de semana de abertura da Bienal, inauguraram duas exposições patentes na Fundação Bissaya Barreto — “Como habitar o tempo”, de Nuno Sampaio, na Casa das Artes Bissaya Barreto (até 3 de julho, de terça a sábado, das 15h00 às 19h00), e “CUIDADORIA: abraçar, constelar, outrar”, com curadoria de Ana Rito e Hugo Barata, na Casa-Museu Bissaya Barreto (até 3 de julho, das 11h00 às 13h00 e das 15h00 às 18h00) — bem como a intervenção urbana “Ofícios do Olhar”, nas montras do comércio da Baixa de Coimbra (até 5 de julho), uma iniciativa da Agência para a Promoção da Baixa de Coimbra.
No dia 18 de abril, sábado, entre as 11h00 e as 11h50, destaca-se a performance “Be (on) You”, de Tales Frey, com início na Portagem. Nesse mesmo dia, inaugura também a exposição “Os trópicos têm poros”, de Lilian Walker, com curadoria de Cristiana Tejo, Observatório Geofísico e Astronómico da Universidade de Coimbra, entre as 16h00 e as 20h00. A exposição estará acessível de segunda a sexta-feira, entre as 10h00 e as 17h00, e aos sábados mediante marcação prévia e sessões especiais, através do email [email protected].
Também no dia 18 de abril, inaugura na Galeria 7 a exposição “Volátil”, de André Silva, entre as 16h00 e as 20h00. A mostra poderá ser visitada de terça a sábado, entre as 10h30 e as 13h00 e das 14h30 às 19h30, reunindo um conjunto de obras que exploram a tensão entre a abstração geométrica e a realidade geopolítica contemporânea.
No dia 19 de abril, domingo, o Semente Atelier acolhe o workshop “Confiar · Intuir · Ressignificar”, orientado por Inês Moura, dirigido a crianças e famílias, entre as 11h00 e as 12h30. A atividade tem o valor de 20€ por família e requer inscrição prévia através do email [email protected].
O Programa Convergente afirma-se como uma extensão da Bienal no território, acolhendo iniciativas de diferentes agentes culturais e promovendo a diversidade de linguagens artísticas, incluindo ações urbanas e projetos participativos.
Com curadoria de Hans Ibelings e John Zeppetelli, a Anozero’26 desenvolve-se em torno do tema “Segurar, dar, receber”, propondo uma reflexão sobre práticas de reciprocidade, cuidado e construção coletiva.
Consulte toda a programação da Bienal na agenda do site.












