O Porto vem conquistando os viajantes há anos, e não apenas pela sua luz, pelo seu vinho ou pelos seus miradouros sobre o Douro, mas pelo facto de ser cada vez mais fácil chegar, estacionar e apanhar o avião sem que o processo se transforme numa verdadeira odisseia. E grande parte desse mérito deve-se à forma como os serviços em torno do Aeroporto Francisco Sá Carneiro evoluíram.
No Círculo Sereia — um arquivo municipal reconfigurado, cujas janelas se abrem para um jardim recentemente marcado pelas tempestades —, intimidade e exposição coexistem.
O Porto vem conquistando os viajantes há anos, e não apenas pela sua luz, pelo seu vinho ou pelos seus miradouros sobre o Douro, mas pelo facto de ser cada vez mais fácil chegar, estacionar e apanhar o avião sem que o processo se transforme numa verdadeira odisseia. E grande parte desse mérito deve-se à forma como os serviços em torno do Aeroporto Francisco Sá Carneiro evoluíram.
O Círculo Sede assume-se como um espaço seminal para a bienal, representando a sua origem, que remonta ao próprio Círculo de Artes Plásticas de Coimbra. Os artistas propostos trabalham a partir de uma noção simbiótica com o habitat, esbatendo a linha que o separa do espaço expositivo.
MUSEU é uma obra concebida e projetada por Francisco Tropa em 2001 e construída com apoio mecenático integral da Construtora San Jose para a 1.ª edição do Anozero, em 2015. Nesta edição, acolhe a obra de Inês Brites, que trabalha a partir de uma consciência pública e desobjetualizada do edifício.
Instalada na Sala da Cidade, antigo refeitório do Mosteiro de Santa Cruz — outrora lugar da Última Ceia de terracota, em tamanho natural, de Hodart (1530–1534) —, Stendhal Syndrome (2024), de Nan Goldin, um diaporama em vídeo com 26 minutos de duração, desdobra-se como um contra-tableau contemporâneo.
Esta exposição coletiva pretende evidenciar práticas descentralizadas no contexto da proposta curatorial. Através da figuração, mediada pela gestualidade, segurar, dar e receber adquirem uma plasticidade mais concreta no desenho, na pintura, na fotografia e no vídeo.
Na Estufa Fria do Jardim Botânico da Universidade de Coimbra, Luisa Cunha apresenta a possibilidade escultórica da palavra dita, a partir da constatação de uma aparente impossibilidade do ato de desenhar.
Há uma imagem que ficou demasiado familiar: populações isoladas, redes móveis em baixo, autarcas a tentar perceber quem precisa de ajuda e a Proteção Civil quase às cegas.