
Duas propostas no concurso de alta velocidade entre Oiã e Coimbra
A Infraestruturas de Portugal (IP) afirmou que foram hoje abertas as propostas ao concurso público internacional para o segundo troço da linha de alta velocidade entre Porto e Lisboa, depois de o procedimento ter terminado na segunda-feira, com um preço-base de 1,6 mil milhões de euros.
Para o traçado entre Oiã e Coimbra, foi submetida uma proposta pelo Lusolav, consórcio que foi o único candidato no troço entre Porto e Oiã, constituído por Mota-Engil, Teixeira Duarte, Alves Ribeiro, Casais, Conduril e Gabriel Couto.
Este consórcio também foi o único a apresentar proposta num primeiro concurso lançado para o segundo troço, mas que acabou chumbada pelo júri.
Além dessa, foi também rececionada uma proposta pelo consórcio liderado pela espanhola Sacyr, que conta ainda com a participação da DST e da Alberto Couto Alves, referiu a IP.
“Concluído o ato público, o júri procedeu à publicação da lista de concorrentes na Plataforma de Compras Públicas. Segue-se agora a fase de análise e avaliação das propostas apresentadas, por parte do júri do concurso”.
Em abril, a IP tinha dado indicação de que haveria expectativa de ter três candidatos a concurso na segunda fase da linha de alta velocidade, concurso que foi relançado em dezembro de 2025, depois de uma primeira tentativa falhada.
O segundo concurso do troço da linha de alta velocidade entre Porto e Lisboa, que vai de Oiã (Oliveira do Bairro) a Coimbra, surge depois de um primeiro procedimento (lançado em julho de 2024) ter caído.
Na altura, a única proposta – da LusoLav - foi chumbada pelo júri, depois de propor o desvio da estação da linha de alta velocidade de Coimbra-B para Taveiro, fora da cidade de Coimbra, ao contrário do previsto no projeto.
O novo concurso tem vários ajustamentos técnicos e uma redução de traçado de cerca de 11 quilómetros, numa extensão que estava inicialmente prevista até Soure, mantendo o valor base.









