
Mundo encantado “fecha portas” com rasgados sorrisos e muita felicidade em Montemor
O Castelo Mágico de Montemor-o-Velho fechou “ontem portas” com rasgados sorrisos e muita felicidade plasmada na face das crianças que tiveram a oportunidade de entrar nesta viagem ao mundo encantado cheio de luz e cor.
Ao longo de 20 dias de muita animação, surpresas e novidades, as mascotes inspiradas na história local e no território - Nico, Infanta, Abade João, Lontra Morinha e Fernão -, acompanhadas pelo Pai Natal, guiaram os visitantes numa aventura inesquecível.
Insufláveis, espetáculos originais, pista de patinagem, carrossel, slide, ice tubing e o Expresso da Lapónia foram apenas algumas das atrações que encantaram públicos de todas as idades, mas especialmente as crianças.
Pedro Rebelo, de 7 anos, foi um deles.
Acompanhado pelo pais Luís e a mãe Vera, experimentou algumas atrações, afirmando que aquela que gostou mais foi o «escorrega da boia», o “ice tubing”.
Parco em palavras, como é habitual numa criança desta idade, explicou que o «castelo está muito bonito porque tem muitas coisas alusivas ao Natal», uma época de que o pequeno Pedro «gosta muito».
Nos elásticos estava Luís Filipe.
Este mais graúdo (13 anos) fora acompanhado dos tios e do primo Miguel de 11 anos e «os dois divertiram-se muito».
«Viemos logo a seguir ao almoço e já andamos em muita coisa, mas ainda vamos andar em mais», referiram à reportagem do Diário de Coimbra.
Mas o Castelo Mágico não é só dirigido às crianças, é um evento para a família, uma vez que em conjunto podem passar momentos de alegria e confraternização, num cenário repleto de lendas, histórias e encanto.
José Veríssimo era ao final da tarde de ontem um homem feliz e com o sentido de dever cumprido.
«Efetivamente, há um balanço bastante positivo, porque conseguimos ter o objetivo de o número de entradas ser igual ao do ano passado (50 mil pessoas), com um dia a menos, e acima de tudo conseguimos o grande objetivo que foi termos uma liderança própria.
Ou seja, fomos nós que conseguimos introduzir alguns eventos, algumas formas de gestão feitas pela própria câmara, reduzindo custos e aumentando a qualidade do evento», sublinhou o presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho.
«Por exemplo, só neste fim de semana, o último do evento, tivemos quase 10 mil pessoas, portanto é um recorde inequívoco», acrescentou o autarca.
Relativamente à questão de ter “uma liderança própria”, José Veríssimo explicou que «o município fez alguns serviços de gestão, isto é, as limpezas, o controlo da entrada e outros tipos de serviços foram feitos pela própria autarquia».
«A câmara está a assumir cada vez mais este projeto, isto para reduzir custos, só assim conseguimos reduzir custos. A comunicação que tem sido excelente também é feita pela própria autarquia e tem sido excecional», precisou.
Quanto ao futuro, o responsável assume que o Castelo Mágico é «para continuar», mas «nestes moldes».
«Cada vez mais tentando reduzir os custos e aumentando a qualidade», afirmou.
Veríssimo salientou também que o Castelo Mágico é já «um produto turístico» não só de «Montemor-o-Velho mas da região Centro e até do país».
«Felizmente encontramos muitas pessoas de vários de vários distritos e isso deixa-nos orgulhosos», finalizou o presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho.












