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conhecida como estrada verde Coimbra e Penacova sem estrada até Abril  Intempéries provocaram deslizamento de terras na EN110. Alternativa agora é o IP3 ou a EN17
A estrada nacional 110 (EN110), entre Coimbra e Penacova, está cortada ao trânsito, devido ao deslizamento de terras que suportavam a via e que provocou a cedência do piso e a queda do muro de suporte. A Estradas de Portugal (EP) prevê reabrir a estrada apenas em meados do mês de Abril, porque até lá terão de decorrer os trabalhos de reconstrução.
O alerta ocorreu cerca das 7h30 de ontem e, no local, as autoridades verificaram que não havia outra solução senão encerrar a via na sua totalidade. Ou seja, no sentido Coimbra-Penacova, a circulação é possível apenas até à localidade de Foz do Caneiro, enquanto no sentido inverso até à aldeia de Rebordosa. Os automobilistas estão, por isso, obrigados à utilização de percursos alternativos, designadamente o IP3, entre Penacova e Coimbra, e a EN17, entre Coimbra, Vila Nova de Poiares e Penacova.
O desprendimento de terras, verificado ao quilómetro seis, ocorreu debaixo da estrada, cujo piso em alcatrão cedeu e ficou sem qualquer tipo de suporte ou apoio. O muro de suporte, já antigo, também ficou destruído. Ao que o Diário de Coimbra apurou junto de fonte da EP, foram «sem dúvida» intempéries dos últimos tempos que provocaram o deslizamento de terras.
Os trabalhos de colocação de aterro, reconstrução do muro e de pavimento vão decorrer, segundo a mesma fonte, com carácter de «urgência».
Refira-se que a EN110, também conhecida como Estrada Verde, sofreu, recentemente, obras de requalificação ao nível do pavimento, construção de passeios nas zonas urbanas, sinalética e reforço das bermas.
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