Não há reações certas ou erradas. Cada pessoa vive a perda “de forma única” e ao seu próprio ritmo, porque, esclarece a Ordem dos Psicólogos Portugueses, “o luto não tem um calendário ou relógio”
Não há reações certas ou erradas. Cada pessoa vive a perda “de forma única” e ao seu próprio ritmo, porque, esclarece a Ordem dos Psicólogos Portugueses, “o luto não tem um calendário ou relógio”
A atividade do Crematório Municipal de Coimbra tem crescido “de forma sustentada”. Marco Baptista, diretor da Ambinecro, diz que é o reflexo de uma “uma mudança cultural na forma de lidar com o luto, mais prática e concentrada no espaço”