
Radar Social prepara Arganil para o futuro
«O Radar Social permitiu-nos chegar mais perto de quem mais precisa, ouvir, acompanhar e encontrar respostas. Este trabalho fez toda a diferença em momentos difíceis, como aconteceu na sequência do incêndios de agosto de 2025, e deixa-nos hoje mais preparados para enfrentar os desafios sociais do futuro».
As palavras são de Luís Paulo Costa, presidente da Câmara Municipal de Arganil, proferidas no encontro final do projeto, que assinalou o encerramento de 22 meses de trabalho. Um encontro que juntou parceiros e entidades do concelho, com o objetivo de fazer o balanço dos resultados alcançados e refletir sobre os desafios sociais que se colocam ao território.
Em causa está um projeto que «permitiu aprofundar o conhecimento sobre a realidade social de Arganil», refere uma nota do município, que destaca, igualmente, o papel que o Radar Social teve na identificação de «situações de vulnerabilidade» e particularmente no reforço da «articulação entre a autarquia e as entidades que diariamente intervêm nas áreas da ação social». Um trabalho de parceria e articulação que, sublinha, permitiu criar «condições para uma resposta mais próxima, integrada e eficaz às necessidades da população».
Programa é financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR)
O programa Radar Social, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), no âmbito do investimento Nova Geração e Equipamentos e Respostas Sociais do Instituto da Segurança Social, permitiu ao concelho de Arganil «um conhecimento mais aprofundado da sua realidade social e uma resposta social mais próxima, articulada e preparada para apoiar quem mais precisa», adianta ainda o comunicado divulgado pela autarquia.
Este encontro final, que decorreu na Cerâmica Arganilense, foi ainda aproveitado para promover uma reflexão dos parceiros sobre «alguns dos principais desafios sociais do concelho», que envolvem designadamente as «áreas do emprego, envelhecimento, famílias, migrações e saúde, promovendo a partilha de experiências e de possíveis respostas para o território».












