
Morte de gato a tiro termina com apreensão de armas na Tocha
Foi a morte a tiro de um gato, ocorrida há vários meses, que desencadeou uma investigação que agora culminou com a apreensão de várias armas e com um homem de 73 anos a ser constituído arguido, disse Cláudio Lopes, chefe do SEPNA do Comando Territorial de Coimbra da GNR.
Não foi possível apurar a data concreta em que o crime foi cometido, porque ocorreu e nem em que circunstâncias a situação foi denunciada às autoridades. Porém, a investigação na altura iniciada teve o epílogo na segunda-feira, ao ser constituído arguido um homem de 73 anos pelo crime de posse de arma de ilegal.
Na sequência da morte do gato (trata-se de crime de morte e maus tratos a animal de companhia), foi realizada uma busca domiciliária e sete buscas não domiciliárias em veículos, tendo sido apreendido diverso material, nomeadamente 171 cartuchos; 71 munições; cinco espingardas caçadeiras e duas armas de ar comprimido.
Ao Diário de Coimbra, o major Cláudio Lopes disse que destas armas apenas duas eram ilegais: uma arma de defesa pessoal de calibre 6.35 mm e uma espingarda. Todas as outras armas estavam legalizadas, uma vez que o arguido possui licença de caçador. De acordo com o major Cláudio Lopes, o indivíduo não possui antecedentes criminais.
A situação foi remetida ao Tribunal Judicial de Cantanhede.












