
Ceirarte é “reflexo de uma comunidade dinâmica”
Está inaugurada a 33.ª edição da Ceirarte - Exposição e Feira de Artesanato e Gastronomia que este ao conta com 65 expositores. Até domingo, o certame que é o «reflexo de uma comunidade dinâmica e cooperativa», segundo as palavras do presidente da Junta de Freguesia de Ceira, vai mostrar, através não só do artesanato e da gastronomia, mas igualmente do desporto e da cultura, a «diversidade e riqueza do território».
«Ao celebrar a 33.ª edição da Ceirarte reafirmamos um compromisso que atravessa gerações», frisou Fernando Almeida, sublinhando que ao longo dos próximos dias o visitante poderá «descobrir os sabores da região, apreciar o trabalho dos artesãos e o espírito de amizade que se vive na freguesia de Ceira».
É caso para dizer que a Ceirarte é já uma tradição no concelho de Coimbra, numa clara «valorização da freguesia e das pessoas», defendeu Fernando Almeida, deixando a garantia de que o evento, «mais do que um encargo, é um investimento», no sentido de «proporcionar «aos fregueses uma proposta cultural muito interessante».
"Identidade não se compra, vende-se e cultiva-se"
Além do cartaz musical diversificado e dirigido a vários públicos, a 33.ª edição da Exposição e Feira de Artesanato e Gastronomia volta, como é tradição, a incorporar o Festival de Folclore do Grupo Folclórico da Casa do Povo de Ceira, que decorre sábado à noite, numa clara aposta na promoção dos usos e costumes dos grupos oriundos de várias regiões do país, nomeadamente de Viseu, Aveiro, Santarém e Viana do Castelo.
Ana Abrunhosa marcou presença na inauguração do certame, que, além do momento solene, integrou igualmente a entrega dos certificados dos cursos sócio-culturais que são ministrados na freguesia.
«A Ceirarte já atingiu uma dimensão que muito orgulha o concelho», precisou a presidente da Câmara Municipal de Coimbra. Este evento, acrescentou a autarca, «é muito mais do que uma exposição» é o «espelho da alma de Ceira», porque mostra «muito do talento existente» e, ao mesmo tempo, «o pulsar do coração» da freguesia.
«A nossa identidade não se compra, vende-se e cultiva-se», disse Ana Abrunhosa, considerando ainda a Ceirarte «o escudo que protege a cultura» do território. «O dinamismo económico e social dá oxigénio à freguesia», concluiu a autarca, que, a seguir à sessão solene de inauguração da feira, fez questão de cumprimentar todos os expositores, agradecendo a sua presença












