
Figueirense Joel Perpétuo apresenta amanhã novo livro “Fagaria Fouces”
O lançamento oficial do novo livro de Joel Perpétuo acontece amanhã na sua cidade natal. “Fagaria Fouces” será apresentado na Biblioteca Municipal da Figueira da Foz, apesar de já estar disponível para venda desde de setembro em várias plataformas online. A obra surge depois de “Rota do Passado”, romance da autoria do escritor figueirense natural da Cova-Gala, freguesia de S. Pedro.
Depois de ver o seu primeiro livro ser nomeado para o Grande Prémio Adamastor de Literatura Fantástica Portuguesa em 2025, o único sem editora a integrar a lista de candidatos, Joel Perpétuo tem andado em digressão nacional com a sua primeira obra. «Quando escrevi este livro, nunca imaginei que teria esta procura a nível nacional, mas a verdade é que o “Rota do Passado” coloca a Figueira da Foz no mapa e isso deixa-me profundamente orgulhoso. Como covagalense, sinto um prazer especial em convidar as pessoas a conhecerem a obra e o nosso património», afirmou o autor.
Ao longo de 660 páginas, “Rota do Passado” mistura ficção histórica, mitologia lusitana e viagens no tempo, colocando a Figueira da Foz no centro de uma narrativa que desafia a forma como vemos o passado. Já “Fagaria Fouces”, com 107 páginas, é uma «prequela que mergulha no mito fundador da própria cidade e na presença romana na região».
De acordo com o historiador e antigo jornalista, o novo livro apresenta «uma história autónoma, pensada tanto para quem leu o romance original como para novos leitores, combinando mistério, história e um toque de fantástico». Além disso, revelou que se mantém «o foco no património e na memória do concelho», elementos no centro da narrativa.
«A minha formação em História e Jornalismo, aliada ao atual doutoramento em Estudos Portugueses, é a bússola deste universo. Cruzar figuras como D. Afonso Henriques, Marquês de Pombal e D. Sebastião através de viagens no tempo exige um respeito profundo pelos arquivos. O sucesso desta obra [“Rota do Passado”] prova que o público tem fome de uma História de Portugal contada com ritmo e mistério», frisou o escritor que é também autor do ensaio académico “Filmes e Séries no Ensino em História - Estratégias e Aplicações Didáticas (2025)”.











