
GNR põe travão ao excesso de velocidade
O balanço sangrento da última Operação Páscoa, de que resultaram 20 mortos e 53 pessoas gravemente feridas nas estradas portuguesas, trouxe a urgência para a tutela de uma resposta rápida para a redução da sinistralidade rodoviária.
Foram várias as medidas anunciadas por Luís Neves, ministro da Administração Interna, e uma passa por um novo Código da Estrada, outra por mais fiscalização, passando as operações stop das forças de segurança de deixarem de ser anunciadas. O governante anunciou também que haverá mais radares de controlo de velocidade, serão alargados os critérios de cassação das cartas de condução e a condução sob o efeito de álcool terá uma punição agravada.
As medidas ainda não vigoram, mas o combate à sinistralidade – os acidentes com vítimas mortais ou com consequências para a vida acontecem todos os dias – está nas estradas. A GNR, através do Destacamento de Trânsito (em breve pela Brigada de Trânsito) vai realizando as operações de fiscalização aletatória e de controlo de velocidade por radar. Na última terça-feira, decorreu uma dessas ações, no concelho de Cantanhede, em que além do controlo de velocidade houve uma fiscalização aleatória.
O Diário de Coimbra acompanhou a ação que contou com vários condutores autuados: uns por ignorarem os limites de velocidade impostos e outros por falhas no cumprimento do código da estrada.
O radar da GNR estava na localidade da Pena, na EN 234-1, numa zona de reta onde o limite de velocidade é de 50km/h
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