
Populares junto da derrocada na EN110 exigem reabertura da via
Dezenas de populares de Penacova, sobretudo das localidades de Caneiro, Rebordosa, Chelo e Lorvão, mas também de outras aldeias, concentraram-se este sábado junto à derrocada na EN110, entre Penacova e Coimbra, exigindo uma solução para a reabertura da via que se encontra encerrada à circulação desde janeiro, com elevados prejuízos para a população local, que diariamente utiliza aquela via no acesso a Coimbra.
Os populares reclamam uma solução urgente, por parte da Infraestruturas de Portugal (IP) e, não sendo possível no imediato uma obra de fundo na via, pedem, pelo menos, a reabertura de uma faixa que permita a circulação, ainda que de forma condicionada.
O presidente da Câmara de Penacova, Álvaro Coimbra, juntou-se ao protesto, acusando a IP de falta de manutenção da EN110 e recordando que a autarquia tem vindo a alertar para a necessidade de obras e, inclusivamente, fez um estudo minucioso com todas as patologias da estrada que foi entregue ao Governo, só que as obras nunca aconteceram.
Desta vez, a derrocada verificada no dia 21 de janeiro, na zona de Casal da Misarela, ditou o seu encerramento total.
Álvaro Coimbra, que insistentemente tem alertado a IP e o Governo para a necessidade de uma intervenção urgente, informa que a IP tem em curso a elaboração de um projeto para a reparação da estrada e a obra vai demorar «meses».
Diz ainda que pediu a reabertura de uma das faixas, mas segundo a IP, não há condições de segurança para que isso acontecça.
Para minimizar os prejuízos causados à população, o município tem disponilizado um transfere para a população das localidades mais afetadas, ainda assim, o autarca reconhece que esta é uma solução que apenas pretende minimizar o impacto que o encerramento da via tem provocado nas populações.











