
Custos para arranjo das estufas da Quinta Pedagógica ultrapassam os 50 mil euros
Apesar das marcas da destruição já não serem visíveis para os visitantes, o cenário ainda está presente na cabeça das pessoas que fazem parte da APCC. O cenário, neste momento, é de reconstrução após a passagem de tempestades e cheias que deixaram um rasto de prejuízo e incerteza
O Custo da Destruição
«Ao todo, cinco estufas foram completamente destruídas pelas intempéries, representando uma perda completa das estruturas», conta Pedro Santos, responsável pela comunicação da APCC.
O impacto financeiro é pesado: estima-se que apenas a reconstrução das armações ultrapasse os 50 mil euros. No entanto, este valor é apenas a ponta do icebergue.
Como explica Pedro Santos, o montante final será mais elevado ao contabilizar-se a «mão de obra e tudo mais, da instalação das estufas» e os complexos «sistemas de rega». A este prejuízo direto soma-se a perda total das cultural a céu aberto, que ficaram submersas durante as inundações.
A destruição das estufas cortou uma linha vital de sobrevivência da associação. «Anteriormente a instituição era autossustentável, utilizando a produção agrícola para as refeições de utentes e funcionários, agora temos de comprar os produtos para esse efeito, o que aumenta ainda mais os custos», explica Pedro Santos.
Adaptar para não Parar
A palavra de ordem, ao dia de hoje, é adaptação. Enquanto as estufas não se erguem, as atividades da Quinta Pedagógica foram transferidas para espaços exteriores. «Estamos a adaptar-nos às circunstâncias, a tentar fazer o melhor, continuando a dar resposta aos nossos utentes, o que é muito importante», afirma Pedro.











