
Região lidera projeto internacional de mobilidade a pedido
A primeira reunião transnacional do projeto Smart Mobility on Demand (S-Mode), um “Transfer Network” aprovado no âmbito do programa URBACT IV, financiado pela União Europeia, decorreu em Coimbra, sob a égide da Região Metropolitana, que lidera o programa internacional. De resto, foi o projeto de Transporte Flexível a Pedido, SIT FLEXI, que inspirou este novo desafio, que visa «apoiar cidades e regiões na implementação de soluções inovadoras de mobilidade flexível e inclusiva», refere nota da Região Metropolitana (RM) de Coimbra – Comunidade Intermunicipal.
O novo programa, S-Mode, «pretende responder aos desafios da mobilidade, sobretudo em territórios de baixa densidade, onde as soluções de transporte convencionais nem sempre garantem acesso equitativo a serviços essenciais», esclarece o documento. O grande objetivo é «tornar a mobilidade mais flexível, eficiente e inclusiva», o que permite assegurar que «ninguém fica excluído» no acesso ao emprego, educação, saúde ou participação social «por falta de transporte adequado».
Em cada território parceiro, o programa URBACT promove a criação e dinamização de grupos de ação local, que desenvolvem uma «abordagem participativa, envolvendo autoridades locais, operadores de transporte, entidades públicas e privadas, bem como a comunidade», visando a «construção de soluções ajustadas às necessidades locais».
A Região Metropolitana de Coimbra lidera a rede europeia envolvida no projeto, que tem como parceiros um conjunto de entidades responsáveis por circuitos de transportes em países como a Roménia, Grécia, Hungria, França, Eslovénia, Sérvia e Montenegro.
«O projeto reforça o posicionamento da RMCoimbra como território de referência na inovação em políticas públicas de mobilidade sustentável», considera a entidade. Refere, ainda, que esta primeira reunião transnacional, realizada na RMCoimbra, representa «o arranque formal dos trabalhos de cooperação, partilha de conhecimento e capacitação institucional entre os parceiros», o que significa o início de «um processo conjunto de adaptação e implementação da solução nos diferentes contextos europeus».











