
Pela N2 de moto rumo ao novo Chronosphere
O mês de agosto promete ser de grande dinâmica no concelho de Góis onde, ali mesmo à beira do rio Ceira, dois grandes festivais vão acontecer, um dos quais diferenciado e em estreia. O Chronosphere decorre de 21 a 23 de agosto, uma semana depois da Concentração Internacional de Motos de Góis, agendada para os dias 13 a 16 de agosto.
«A nossa obrigação como políticos é trabalharmos para criar novos interesses e para poder haver investimentos que, de facto, possam diferenciar o concelho e alavancá-lo economicamente», afirmou, em entrevista na BTL, o presidente da Câmara de Góis, explicando que a autarquia foi desafiada a associar-se à estreia do Chronosphere, um festival de música eletrónica e artes, que assume um compromisso com a sustentabilidade regenerativa e com a inclusão. Com uma previsão de cinco mil pessoas a participar, o Chronosphere, segundo Rui Sampaio, terá «um público exigente, que tem um modo de vida diferente, muito ligado à natureza e a questões ambientais», o que, reconhece, faz todo o sentido em Góis.
Uma semana antes, são as motos que acordam e agitam Góis, um evento experiente, que entra este ano na sua 33.ª edição e que leva à pacata vila milhares de motociclistas. E nada melhor que chegar a Góis pela Nacional 2, outro dos ativos turísticos que o Município promoveu na BTL, mostrando a Lisboa que Góis é o concelho «com mais quilómetros da Nacional 2 e que beneficia muito com isso».
«Temos alguns pontos interessantes no nosso território, as praias fluviais e as aldeias de xisto, temos o quilómetro 300, que é mais ou menos a meio do percurso da Nacional 2», enumera Rui Sampaio que sugere, nesta rota, uma prova da gastronómica de Góis, onde se incluem os diversos pratos à base de truta, como os curiosos croquetes de truta, bem como as também originais “gamelinhas”, um doce com produtos endógenos da região que evoca as antigas gamelas.











