
"Acabamos sempre por competir connosco"
Diário de Coimbra | O ano de 2025 foi positivo a vários níveis para a Camila, quer no campo desportivo, quer no que diz respeito ao curso. Concorda?
Camila Rebelo | Sim, sem dúvida. O quarto lugar é sempre, em termos desportivos, aquele que tem um sabor um bocadinho agridoce como o que fui dizendo ao longo do campeonato, mas a verdade é que é um quarto lugar internacional e estou ali tão próximo do pódio. Acho que também tenho que ver o lado positivo e é sinal de que estou no caminho certo. Tenho 22 anos e estou no caminho certo para alcançar aquilo que eu sonho e que trabalho para o alcançar. Obviamente que é sempre aquele sabor agridoce, mas fiquei muito feliz com todos os resultados que tive. E depois, em termos académicos, fiz o terceiro ano, que é o “ano barreira” e é um bocado stressante para todos os estudantes de Medicina. Portanto acho que fiquei muito feliz com tudo o que concretizei.
Fez quarto lugar no Mundial Universitário, aos 100 e 200 costas, e 4.º aos 200 costas no Europeu de Pista Curta. Feitos notáveis, mas a isto ainda juntou recordes nacionais. Isso dá confiança extra para o seu trabalho diário?
Sim, claro. Ficar em quarto e foi com o meu melhor tempo é sinal de que eu não conseguia fazer melhor, foi o meu melhor. E perceber que se estou a evoluir, que consigo continuar a evoluir e conseguir tirar tempo à distância que faço, é bom, é vermos o lado positivo, porque estou a trabalhar no bom sentido, no caminho certo. Vou melhorando e vou subindo patamares.
Para continuar a ler este artigo
nosso assinante:
assinante:










