
Prisão preventiva para jardineiro que abusou do filho adolescente
O homem de 41 anos, jardineiro de profissão, detido pela Polícia Judiciária (PJ), através da Diretoria do Centro, pela presumível prática, reiterada, de crimes de abuso sexual sobre o filho, atualmente com 13 anos, vai aguardar julgamento em prisão preventiva. De acordo com fonte da PJ, das medidas de coação definidas pelo juiz, consta também a proibição de contactar com o filho.
A prática dos crimes ter-se-á prolongado durante três anos, nos fins-de-semana, de 15 em 15 dias, que a criança passava com o pai, em Coimbra.
Em comunicado, a PJ indicou que o arguido se «aproveitou do seu natural ascendente sobre a vítima para a submeter, durante cerca de três anos, à prática de atos sexuais abusivos, que a mesma sofreu em silêncio».
Ao Diário de Coimbra, fonte da Diretoria do Centro da PJ, ligada à investigação, adiantou que o alerta foi dado pela mãe do rapaz e que os abusos aconteciam «em contexto de brincadeira», pelo que a vítima, inicialmente, nem se apercebia da gravidade dos atos do pai. Segundo a mesma fonte, para além do abuso físico, o homem também fotograva e filmava o filho em poses sexuais.
Recorde-se que o homem tinha sido detido em março deste ano por posse de imagens e vídeos de pornografia de menores e sujeito a medida de coação não detentiva (permanência na habitação e proibição de utilizar internet). Na mesma altura, a mãe da criança apresentou queixa pelos alegados abusos sexuais, concretizando-se agora a detenção.











