
Uma peça de arte pode ser uma prenda de Natal única e especial
Já pensou em tudo o que quer oferecer este Natal? Se ainda anda à procura daquele presente original e especial, a Galeria Albuquerque e Lima selecionou um conjunto de artigos de arte para várias idades e gostos, com valores que se encaixam no “orçamento natalício”, a partir de 3 euros.
São, assim, peças mais pequenas, de qualidade e a preços mais apelativos que nesta quadra estão em destaque no espaço de arte que soma mais de 20 anos de existência na cidade de Coimbra. Esculturas de pequenas dimensões, monotipias, chávenas do Centro Português de Serigrafia, pratos alusivos ao Natal, entre outros elementos decorativos - todos de autor - são algumas das opções da “feirinha de Natal” que o médico e artista plástico Mamede Albuquerque apresentou ao Diário de Coimbra.
Oferecer arte é, assim, a proposta da galeria que está localizada há cerca de três anos na Rua Egas Moniz, em Coimbra (frente ao parque infantil da Solum), porque, defende o diretor artístico e gerente da empresa familiar Albuquerque e Lima, este tipo de oferta tem sempre «lugar na casa de quem a recebe, seja na parede, na estante, ou até mesmo no chão». No fundo, são prendas que «ficam para a toda a vida» e que são uma excelente alternativa aos tradicionais chocolates, meias, patufas e chinelos ou até mesmo os artigos de joalharia.
Material diverso da Viarco complementa a iniciativa e certamente cativará o interesse dos mais pequenos, como o lápis com a tabuada os os sinais do trânsito, o chamado «lápis do copianço» feito de tal forma que só quem o está a usar é que consegue ver - o lápis falso ou o lápis para daltónicos, só para dar alguns exemplos.
Chamar pessoas à galeria
Com esta iniciativa é objetivo da Direção Artística da Galeria Albuquerque e Lima convidar o público a entrar e conhecer o trabalho aí patente. «Não é obrigatório comprar», alerta Mamede Albuquerque - que tem a medicina e a arte como duas grandes paixões na sua vida - garantindo que o lucro está muitas vezes na simples conversa com o público e com «as sugestões que nos dão».
Assim, todos os dias, entre as 15h00 e as 18h00 (exceto segunda-feira) as pessoas podem «entrar e sair livremente» mas, se por ventura se lembrarem de algum amigo ou familiar, podem levar «uma obra de arte» a preço acessível. Só assim, com a população a deslocar-se à Loja 5 do Lote 14 da Rua Egas Moniz os artistas podem recuperar a comunicação e o contacto com o público, alimentado outrora pelas exposições que eram dinamizadas e que acabou por se perder de certa forma com a pandemia. Ao longo de todo ano, são também as grandes telas, superfícies pintadas de maior dimensão, as litografias, serigrafias e esculturas, algumas delas séries limitadas e por consequência de maior valor, que preenchem a galeria, estando disponíveis para venda ou simplesmente para apreciar.
Num desafio claro à população, a Galeria participa na Feira do Livro de Coimbra e gostava de regressar à Expofacic, auspiciando que o certame de Cantanhede crie um “corredor” cultural e artístico. Porque, a arte, no entender do médico e professor Mamede Albuquerque tem “poder curativo”. No seu entender, «a medicina e a arte estão muito ligadas», ajudando a mitigar, por exemplo, «o stress pós-traumático que resulta de eventos mais complicados da vida».











