
Eleições da AAC geram polémica depois de duas listas terem sido aceites fora do prazo
As eleições para a Direção-Geral e Mesa da Assembleia Magna da Associação Académica de Coimbra (DG e MAM/AAC, respetivamente), de 2025/2026, podem vir a ser um marco nas escolhas dos estudantes de Coimbra. Presidente eleito da Comissão Eleitoral e Conselho Fiscal aceitaram receber duas listas candidatas fora do prazo estipulado no Regulamento dos Atos Eleitorais da Associação.
«As listas foram entregues, mas deu-se espaço para corrigir estes problemas», explicou Diogo Rocha, presidente da Mesa da Assembleia Magna.
A falha em respeitar a paridade (requisito estatuário no artigo 276.º dos Estatutos da AAC) e a junção de membros externos à Universidade de Coimbra, resultaria numa exclusão das listas de «forma imediata», tendo as listas em causa sido avisadas para que corrigissem esses problemas.
Os erros foram detetados pelo sistema informático de submissão das candidaturas às eleições na lista C apresentada como “Académica de Compromisso”, encabeçada pelo atual vice-presidente, José Machado, e na lista T - “Académica com Tomates”, de José Rosa que para além de não respeitar a regra da paridade tinha estudantes não associados.
«Em conformidade com o Conselho Fiscal deixámos que corrigissem essas falhas», adiantou Paulo Carvalho, presidente da Comissão Eleitoral, ao Diário de Coimbra.
O prazo que seria até às 17h00 “estendeu-se” até perto das 23h00, momento em que as duas listas candidatas conseguiram submeter o processo na plataforma digital da AAC.
Face a esta situação, a funcionária da secretaria viu-se “obrigada” a trabalhar fora do horário de expediente para que as listas corrigissem os erros e submetessem nova candidatura. “Avançamos pela Académica”, Lista A, de Ana Ursula foi a única lista a fazer a entrega dentro do prazo estipulado











