
Tecelagem de Almalaguês distinguida durante cerimónia em Lisboa
A tradição e a inovação do património cultural de Coimbra estiveram em destaque no sábado passado, na Fundação Calouste Gulbenkian, durante a cerimónia do Prémio Europeu Helena Vaz da Silva 2025, em Lisboa.
O Município de Coimbra informa que na sessão foram apresentados os projetos portugueses distinguidos com os Prémios Europeus do Património/Europa Nostra 2025, entre os quais: “Almalaguês – Tecer o futuro com a tapeçaria do tempo”.
A diretora do Departamento de Cultura e Turismo, Maria Carlos Pêgo, foi quem apresentou o projeto “Almalaguês – Tecer o futuro com a tapeçaria do tempo”, desenvolvido pela CMC e premiado na categoria ‘Envolvimento dos Cidadãos e Sensibilização’. onde destacou o papel da comunidade local na preservação da arte de tecer.
“Almalaguês prova que o património é feito de pessoas. Este projeto devolve visibilidade a uma prática ancestral e projeta-a no futuro, envolvendo artesãos, jovens e instituições locais”, afirmou Maria Carlos Pêgo.
Na cerimónia, onde foi distinguida a pianista Maria João Pires, interveio ainda a ministra da Cultura, Juventude e Desporto, Margarida Balseiro Lopes, o administrador da Fundação Gulbenkian, Guilherme d’Oliveira Martins, e a presidente do Centro Nacional de Cultura, Maria Calado.
O Prémio Europeu Helena Vaz da Silva, criado em 2013, distingue personalidades e instituições que se destacam na divulgação e valorização do património cultural europeu.











