
Misericórdia e Previdência potenciam serviços
Santa Casa da Misericórdia de Coimbra (SCMC) e A Previdência Portuguesa – Associação Mutualista assinaram ontem, em Coimbra, um protocolo de cooperação que vai permitir divulgar e potenciar os serviços de cada uma das instituições junto dos utentes e associados.
«O entendimento entre as instituições é feito no sentido de iniciar uma cooperação mais estreita», revelou Tiago Mariz, afirmando que cada uma das entidades «tem um campo de atuação diferente mas que podem ser complementares».
O protocolo, explicou o provedor da SCMC, permite que «os produtos da Previdência cheguem à Misericórdia e aos seus utentes», ao mesmo tempo que os serviços da Santa Casa «vão passar a ser divulgados juntos dos associados da Previdência», nomeadamente, o Serviço de Apoio Domiciliário.
O responsável adiantou ainda que a escolha da parceria com A Previdência Portuguesa surgiu também do facto de a instituição «estar presente há muitos anos na vida da cidade e das pessoas ligadas à Misericórdia».
«Existe a preocupação da Santa Casa em divulgar os seus serviços e este foi o ponto motor da ignição deste acordo, nomeadamente, no que diz respeito ao Serviço de Apoio Domiciliário, onde a Misericórdia vai fazer uma forte aposta, que vai muito além dos seus habituais serviços», destacou Tiago Mariz. «Existe muito trabalho para fazer em comum», sublinhou.
Está, assim, “aberto um campo trabalho conjunto” que pode vir a ser “muito profícuo” para as instituições
Para António Martins de Oliveira esta cooperação surge na sequência de terem sido identificados «alguns campos comuns entre as instituições, que podem ser trabalhados em conjunto e para a mesma finalidade: as pessoas». «O trabalho em rede e cooperativo é muito importante, por isso, considero que esta parceria é bastante positiva», frisou o presidente do Conselho de Administração.
O responsável salientou, porém, que este protocolo surge também na sequência do trabalho que A Previdência Portuguesa tem vindo a desenvolver no sentido de «rejuvenescer e criar novos serviços para as pessoas», porque, diz, «o mutualismo é trabalhar para as pessoas». «Temos vários projetos em carteira e queremos chegar a cada vez mais pessoas», declarou António Martins de Oliveira.
Está, assim, «aberto um campo de trabalho conjunto» que pode vir a ser «muito profícuo» para as instituições com o objetivo de melhorar «os serviços dedicados às pessoas».












