
Histórias de infância em livro que alerta para direitos da criança e contra violência
«Podemos querer esquecer o passado, mas o passado não se esquece de nós. Por muito que queiramos que o passado fique esquecido, debaixo de uma pedra, com alguma invisibilidade, mais tarde ou mais cedo ele acaba por nos atingir».
A mensagem de Magnólia, o filme de eleição de Paulo Guerra resume bem o espírito com que o juiz desembargador do Tribunal da Relação de Coimbra se juntou a João Pedro Gaspar, mentor da PAJE - Plataforma de Apoio a Jovens Ex-Acolhidos para, através de histórias de infância de personalidades - mais ou menos - conhecidas da sociedade portuguesa, alertar para os direitos das crianças e contra os maus tratos infantis.
Assim nasce “O que se passa a infância não fica na infância”, «uma campanha nacional, uma cruzada, um manifesto», em forma de livro, através de 101 histórias de infância, que pretende «fazer com que as infâncias deste país sejam vividas da forma o mais excelente possível para não deixar marcas, e se deixar marcas que sejam boas».
“O que se passa a infância não fica na infância” é «uma campanha nacional, uma cruzada, um manifesto», em forma de livro
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