"Há demasiada competição e apelo ao consumo, o que faz com que vivamos em permanente tensão entre aquilo que temos e aquilo que desejamos" | Opinião de João Gouveia Monteiro
A carreira de Júlio César é de cortar a respiração: foi questor (tesouro e arquivos), edil (gestão municipal e templos), pretor (justiça), cônsul e várias vezes ditador (um cargo excecional, por seis meses)
Naquele tempo, a II Guerra Mundial estava quase decidida. Roosevelt, Churchill e Estaline tinham acabado de se reunir em Ialta, onde planearam o futuro do mundo. Porquê então atacar Iwo Jima?
Nos anos finais, a nobreza revoltou-se contra o rei, sob a liderança do herdeiro D. Afonso (guerra civil de 1319-1324). Mas a pegada dionisina perduraria para sempre!
Tomo de empréstimo o título do filme de Alain Resnais, «Hiroshima, Meu Amor» (1959) para recordar uma outra história de memória e esquecimento, contada pelas ruínas falantes de um lugar único do nosso interior.