
Portugal defronta Roménia e Dinamarca na qualificação para o Mundial de futsal de 2028
A Seleção Nacional de futsal já conhece os adversários na Ronda Principal de qualificação para o Campeonato do Mundo de 2028. O sorteio realizado esta sexta-feira, na sede da UEFA, em Nyon, colocou Portugal no Grupo 7, juntamente com Roménia e Dinamarca, equipas que irá enfrentar em jogos disputados em casa e fora.
A fase principal de qualificação reúne 36 seleções divididas em 12 grupos de três equipas. Os vencedores de cada grupo e os quatro melhores segundos classificados avançam diretamente para a Ronda de Elite, enquanto os restantes oito segundos classificados terão de disputar um playoff.
Presente no sorteio, o selecionador nacional, Jorge Braz, admitiu que Portugal terá pela frente dois adversários que exigem atenção, destacando sobretudo o conhecimento que existe sobre a Roménia.
“A Roménia é um adversário muito conhecido. Já jogámos com eles várias qualificações e tivemos dificuldades em alguns jogos na Roménia no passado. É uma equipa tradicional do futsal, embora não tenha estado presente nas últimas fases finais”, começou por referir.
Sobre a Dinamarca, o técnico português destacou a evolução recente da seleção nórdica, lembrando o triunfo alcançado frente ao Cazaquistão na última fase de qualificação para o Campeonato da Europa.
“A Dinamarca é das seleções que mais tem evoluído. Ganhou ao Cazaquistão e isso demonstra o crescimento que tem tido”, salientou.
Apesar do respeito pelos adversários, Jorge Braz deixou claro que o objetivo passa por vencer os quatro encontros e garantir a passagem à próxima fase no primeiro lugar.
“Temos de nos preparar para os jogos, em casa e fora, organizar toda a logística, mas não há qualquer dúvida de que temos de vencer os quatro jogos e passar para a Ronda de Elite em primeiro lugar. São duas equipas que podem complicar se Portugal não estiver ao seu nível. Estando ao nosso nível, temos de ganhar os quatro jogos”, afirmou.
O selecionador acrescentou ainda que Roménia e Dinamarca apresentam características distintas, lembrando que os romenos atravessam um processo de renovação, enquanto os dinamarqueses têm vindo a apresentar resultados cada vez mais equilibrados.
“No fundo, temos de olhar para nós. Prepararmo-nos bem, estarmos bem e vencermos os quatro jogos”, concluiu.










