
ISCAC e Águas de Coimbra promovem sustentabilidade com novo bebedouro
O Dia Internacional da Terra, criado pela ONU para promover a ecologia e o respeito pela vida do e no planeta, foi ontem assinalado com várias iniciativas na Coimbra Business School - ISCAC, centradas no papel da água para o futuro coletivo. Em parceria com a empresa municipal Águas de Coimbra, foi inaugurado um bebedouro no exterior, área aberta à comunidade, houve uma prova de cega de águas e sessões temáticas.
Após a inauguração, Alexandre Gomes da Silva acentuou que a escola tem sempre presente «uma preocupação da sustentabilidade, de toda», com o presidente da Coimbra Business School a exemplificar com a colocação de painéis solares em todo o telhado, projeto «na fase final da execução».
Com o galardão de eco-escola desde «há alguns anos», a Business School trabalha com os alunos as preocupações de sustentabilidade. «Somos uma escola de ciências empresariais, os nossos alunos vão ser profissionais nas organizações, seja públicas ou privadas (…) e é fundamental que eles levem para esses contextos uma preocupação ambiental, de sustentabilidade e de qualidade de vida», sublinhou.
Portanto, acrescentou o responsável, «quando fomos desafiados pelas Águas de Coimbra, acolhemos com o maior gosto a instalação de um bebedouro, porque também gostamos que o campus seja visitado, não só pelos nossos alunos (quatro mil), mas também por toda a comunidade que vem aqui passear, fazer jogging, usufruir de um espaço muito aprazível». Agora, concluiu, tem ainda «mais qualidade e com a melhor água do país».

Um dos primeiros a usar o bebedouro, Pedro Geirinhas, da Águas de Coimbra, assumiu a iniciativa como estratégica e fundamental na aproximação da empresa à comunidade, incluindo a académica. Empossado em fevereiro, o presidente do Conselho de Administração disse que está no início uma nova orgânica da empresa municipal, assente «em quatro eixos fundamentais».
Desde logo a aposta nas pessoas e nos trabalhadores, que fazem a casa há muitos anos. «E fazem-no tão bem». O segundo eixo «vai ser a área do cliente». Ou seja, observou Pedro Geirinhas, «apesar de vivermos num mercado que é monopolista, temos que ter todo o cuidado com o cliente», porque é «o responsável pela nossa existência».
O terceiro pilar, apontou, é a água, «a água maravilhosa que temos e por isso a empresa é fácil de gerir, porque se tem a melhor matéria-prima do mundo é fácil ter êxito».
O quarto eixo passa pela inovação e tecnologia, «fundamental para preparar a empresa para novos desafios». Daí vem também «a necessidade de ligação ao mundo académico, à Universidade, ao Politécnico, para «enriquecer a qualidade» da Águas de Coimbra, resumiu.
O Dia da Terra incluiu, no ISCAC, sessões temáticas sobre “A Economia Invisível da Água”, “O Poder das Pessoas” e “Inovação e Eficiência”.











