
Carlos Missel revela “orgulho” e “gratidão” por uma festa de sucesso
É um balanço de sucesso de uma edição que, comparativamente com outros anos, não «causou polémicas». Em análise frente a frente com 2025, cujo número de bilhetes rondou os 210 a 220 mil, na edição corrente já se pensa num valor de, pelo menos, mais 9 a 10 mil ingressos vendidos.
«Ainda é difícil avançar com um número final porque, tendo em consideração a experiência de outros anos, os estudantes têm o hábito de comprar bilhetes no próprio dia», referiu Carlos Missel, coordenador-geral da Comissão Organizadora da Queima das Fitas (COQF). Segundo as estatísticas, até às 04h00 de cada dia, têm sido vendidos entre 2 a 3 mil bilhetes.
No que toca a outros aspetos conectados com a festa, como as iniciativas de cariz social, o coordenador admite que também houve um aumento na adesão. «Para além de termos apostado em mais ações, como mais doações de sangue e até novas iniciativas, constatámos que houve um aumento de inscrições nestas atividades», cuja aposta recai na responsabilidade social do evento. «A Queima das Fitas é um bom meio de chegarmos ao máximo número de estudantes e um bom meio de comunicação para estas iniciativas solidárias», o que motiva ainda mais uma aposta consciente neste programa solidário.
De forma geral, Carlos Missel acredita ter deixado a Queima das Fitas «melhor» do que a encontrou. «Ao longo destes seis anos crescemos e criámos uma “fórmula” de sucesso que vai ajudar as edições do futuro. Sei que deixei a Queima melhor do que a encontrei», sublinha.











