
Nem mesmo quase no fim da festa a animação abranda na Queima das Fitas
Com nove dias de festa consecutivos é, para muitos, difícil arranjar um “outfit” diferente para cada um. Na Praça da Canção, as opiniões divergiram, mas uma coisa foi certa: deixar de ir não é opção.
Pela primeira vez em Coimbra, Manuela Cunha, aluna do curso de Gestão no Instituto Superior de Educação e Ciências (ISEC) de Lisboa, confessou que visitou a Queima das Fitas pelo Julinho KSD, artista que descobriu na semana passada. «Eu comecei a ouvir na semana passada para me preparar», explicou. Com a ajuda das amigas acabou por escolher a sua roupa, mas reflete que é preciso «programar antes». «Em nove dias é difícil não repetir, tem de haver uma preparação antes», que pode passar pelos amigos porque, considera, «as amigas devem emprestar roupa, tudo umas pelas outras».
Na festa com a sua amiga Manuela, também estiveram presentes duas colegas do mesmo curso, Maria Costa e Filipa Fernandes, que partilharam roupa. «Achava que não tinha trazido nada emprestado, mas estas calças são da Filipa!», contou a jovem Maria Costa.
Junto da tenda, um dos muitos caloiros que aproveitam a sua primeira Queima das Fitas falou um pouco com o Diário de Coimbra. Tiago Correia, de Bioengenharia, do Instituto Superior de Engenharia de Coimbra, contou que estava «muito animado» com todos os dias a que tem “viajado” até ao recinto, mas diferente das suas amigas, a roupa não é um desafio: «é qualquer uma que esteja no armário». Marina Maximino, presente no mesmo grupo de Tiago e colega de curso, admite que «tinha quase 20 cruzetas vazias», o que dificultou a escolha.
Questionado sobre a roupa que trazia, Tiago admite um “empréstimo”. «Tenho de ser honesto, esta sweat-shirt é do meu irmão».
Para esta noite, a festa continua com Chefin, Cabelinho e Locos no Palco Principal.











