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Melhores condições de trabalho reivindicadas no 1.º de Maio

A manifestação teve início na Praça da República e percorreu a Avenida Sá da Bandeira até à Praça 8 de Maio, onde decorreram várias intervenções populares.

Várias centenas de pessoas saíram ontem à rua para participar na manifestação do 1.º Maio, Dia do Trabalhador, em Coimbra, convocada pela União dos Sindicatos Coimbra (USC/CGTP-IN), à qual se juntaram outros movimentos de cidadãos. A manifestação teve início na Praça da República e percorreu a Avenida Sá da Bandeira até à Praça 8 de Maio, onde decorreram várias intervenções populares.

Entre várias reivindicações, a reforma laboral foi alvo muitas críticas por parte dos manifestantes que criticavam a falta de melhorias nas condições de trabalho. Aumento dos salários, menos horas de trabalho e mais direitos para os trabalhadores foram algumas das palavras de ordem entoadas pelas centenas de pessoas que decidiram sair à rua, à semelhança do que aconteceu um pouco por todo o país.

O primeiro-ministro, Luís Montenegro, alertou ontem que o Governo «não abandona as suas convicções» em matéria laboral e garantiu que «já cedeu em todas as traves mestras» desta reforma, acusando a UGT de ser o parceiro «com menos cedências».

Sobre a possibilidade de deixar cair o pacote laboral, como sugeriu ontem o líder do PS, José Luís Carneiro, Luís Montenegro disse que, sem entendimento na concertação social, a última palavra sobre o pacote laboral «será sempre do parlamento», vincando que «se há uma coisa que o Governo não faz é abandonar as suas convicções». |

Maio 2, 2026 . 10:15

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