
Centro de BTT degradado domina reunião de câmara de Arganil
O estado de degradação do Centro BTT, do Parque Verde Urbano do Prado, em Côja, denominado “Centro Cyclin - Portugal da Serra do Açor”, inaugurado em 2016, foi um dos assuntos levado à última reunião de Câmara pelo vereador do PS, José Miguel Nunes.
«O que se nota é já alguns pontos de degradação, algumas madeiras partidas e as ervas daninhas que estão a trepar pelo edifício», observou o vereador socialista, acrescentando também que as «portas fechadas» que tem visto dão a ideia de que o espaço «não tem estado aberto». O estado em que se encontra este centro de apoio aos ciclistas e que é constituído por três balneários e uma estação de serviço para bicicletas, afirmou o vereador, tem um «ar de abandonado».
Todavia, e segundo o presidente da Câmara de Arganil, Luís Paulo Costa, a responsabilidade não é nem da autarquia nem da União de Freguesias de Côja e Barril de Alva. «Naquilo que tem a ver com a manutenção do espaço verde, trata-se de um contrato de prestação de serviços de longo prazo», pelo que «o que se espera é que o prestador de serviços cumpra aquilo que é a sua obrigação contratual com qualidade», explicou o autarca. Ainda assim, o presidente assegurou que o município não deixará de «chamar a atenção relativamente à necessidade de acautelar esta manutenção», ressalvando, porém, que em Arganil «as circunstâncias do inverno e o aparecimento da primavera com todo o seu vigor está a provocar uma grande exuberância de todas as plantas e, inclusivamente, destas ervas invasoras».
Estado degradado e ervas daninhas dominam espaço inaugurado em 2016
No que respeita à manutenção do edifício de apoio, o edil confessou que «tem sido um exercício difícil» e ainda há cerca de um ano, informou, foram concretizadas «algumas intervenções de manutenção, nomeadamente em relação às madeiras». Contudo, no que se refere aos sanitários, que «são confrontados com vandalismo, é difícil mantê-los nas devidas condições». Relativamente ao facto de o Centro estar fechado, Luís Paulo Costa explicou que «não é suposto que as portas estejam fechadas em período diurno», até porque, secundou, existe «um contrato local para a abertura, fecho e limpeza do espaço».












