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Estrelas do Jazz vão brilhar nas Ruínas de Conimbriga

Conimbriga Forum Jazz Fest está marcado para 11 a 14 de junho, numa iniciativa com a assinatura do QuebraJazz

Depois do sucesso registado com os espetáculos de ópera, as Ruínas de Conimbriga vão estrear-se com outros ritmos musicais e o jazz está na primeira linha. Falamos do Conimbriga Forum Jazz Fest, que vai decorrer entre os dias 11 e 14 de junho, numa organização do QuebraJazz, em parceria com o Museu Nacional de Conimbriga,
«Entre as colunas milenares e os mosaicos que resistiram ao tempo está prestas a nascer um novo epicentro cultural na região Centro», refere a organização, que propõe uma «experiência inédita» ao «transformar um dos mais emblemáticos sítios arqueológicos do país num palco de criação contemporânea».
“O Despertar de uma Nova Harmonia” dá o mote a esta primeira edição do Conimbriga Forum Jazz Fest, que mais do que um festival, se perfila como «a fundação de um novo fórum cultural». Alicerçado no «espírito agregador dos fóruns romanos, onde ideias, arte e comunidade se cruzavam», o evento «convida o público a mergulhar num diálogo entre passado e presente, onde o jazz se torna linguagem universal», refere.

Festival nas Ruínas de Conimbriga quer ser uma nova referência cultural para a região Centro

O programa ainda está em fase de elaboração, todavia já estão confirmados «três nomes incontornáveis da música portuguesa contemporânea», refere o QuebraJazz. Um deles é Bruno Pernadas, classificado como um «arquiteto de paisagens sonoras imprevisíveis, onde o jazz se cruza como psicadelismo e sofisticação harmónica, prometendo um concerto que desafia fronteiras e expectativas». Outro é Mário Delgado, «referência maior da guitarra jazz em Portugal», que irá levar a Condeixa uma «abordagem intensa e exploratória, com performances sempre íntimas e profundamente expressivas». O terceiro é Ricardo Toscano, «um dos mais brilhantes saxofonistas da sua geração, cuja energia e virtuosismo prometem ecoar entre as Ruínas como um sopro de modernidade», sublinham os organizadores do festival.
«Estes são apenas os primeiros indícios de uma programação que pretende refletir a riqueza e diversidade do jazz, desde as suas raízes mais puras às linguagens mais experimentais», diz ainda a organização, que perspetiva cada concerto como «uma viagem sensorial», onde «a pedra antiga amplifica o som, a noite envolve o público e o jazz – livre, improvisado e vivo – dá uma nova dimensão a um lugar carregado de memórias». «Entre os ecos do Império Romano e as improvisações contemporâneas, este é um convite para ouvir o tempo de outra forma», conclui, prometendo mais novidades para breve.

Abril 6, 2026 . 09:30

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