
Meter a “quarta” e seguir a fundo
Ponto prévio desta fase de apuramento de campeão: não há jogos fáceis. Uma verdade dita e escrita todas as semanas, tal como referir que a regularidade vitoriosa vai premiar os audazes.
É nessa audácia que a Académica tem ganho pontos, na “matreirice” coletiva de perceber os momentos do jogo, de saber sofrer e, sobretudo, de estar a conseguir mostrar-se bem eficaz. Jornada após jornada, o coração dos adeptos vai batendo mais forte porque há uma clara noção de que os argumentos que os pupilos de António Barbosa têm patenteado, podem ser “suficientes” para sonhar com o regresso à II Liga.
A Académica venceu quatro dos cinco jogos realizados nesta fase decisiva, vem de três triunfos seguidos (U. Santarém, Varzim e Mafra) e tem esta tarde pela frente uma visita bem complicada ao Trofense. Mas que é difícil, já todos sabes e até começámos esse texto por aí, a questão é a Académica manter a identidade perante um antagonista quem vem de um triunfo moralizador em casa do anterior líder, o V. Guimarães B (1-2), um desfecho que colocou um ponto final a uma série de seis jogos sem triunfos (três empates e três derrotas).
O Trofense está na cauda da tabela e acaba por ver neste embate que fecha a primeira volta (a Briosa tem ainda um jogo em atraso com o também líder Amarante) uma autêntica final.
No entanto, podemos frisar que nos 13 jogos caseiros desta época, o conjunto da Trofa venceu quatro, empatou três e perdeu seis, sendo que não ganha em casa desde 11 de outubro de 2025 (2-1 ao Varzim). São cinco meses com quatro desaires e três empates.
Confiança num resultado positivo numa “casa” que hoje estará pintada de “preto” tal será o forme apoio à Briosa.










