
Coimbra será “dominada” por robôs até domingo
O BotOlympics está de regresso para a sua 11.ª edição e vem cheio de entusiasmo e atividades competitivas e educacionais, na área da robótica e programação. Com uma programação destinada a jovens do ensino básico até ao ensino superior, estas “olimpíadas” dos robôs prometem surpreender durante todo o fim de semana, que culmina com uma “finalíssima” no Alma Shopping.
Em organização conjunta entre Núcleo de Estudantes de Engenharia Eletrónica e de Computadores (NEEEC/AAC) e Clube de Robótica da Universidade de Coimbra (CR), este é um evento que se afigura como o maior encontro de robótica da região centro. A programação não se fica apenas pela competição, estando disponíveis ofertas educativas e formativas para todos os interessados.
«É um orgulho e um privilégio organizar um evento destes. É importante aprender aqui a arriscar, tentar, falhar e conquistar porque, acima de tudo, este é um momento de aprendizagens», indicou Samuel Tomé, presidente do NEEEC/ /AAC.
Do lado da Direção-Geral da Associação Académica de Coimbra (DG/AAC), Nuno Silva, vice-presidente, destacou o relevo de realizar a 11.ª edição, admitindo que a «direção geral está ao lado do evento». «Dar os parabéns à organização que todos os anos ousa ir mais longe e demonstra trabalho que prestigia a Académica e é um ponto de encontro de gerações», que se ajudam e demonstram a «qualidade» da academia coimbrã.
As palavras de Miguel Bir-sanu, presidente do CR, e do vice-diretor do Departamento de Engenharia Eletrotécnica e de Computadores (DEEC), Paulo Menezes, passaram pelo «orgulho» e «desejo» de um bom evento, tendo o vice-reitor estendendo as suas declarações ao trabalho feito pela organização na «descoberta da robótica que se faz no departamento».
Do lado da coordenação-geral do evento, Tiago Furtado e Simão Botas enalteceram o momento como altura de «por à prova as capacidades de robótica», tecnologia que «está cada vez mais presente na sociedade». «Este será um momento para trabalhar em equipa e desenvolver capacidades de resolução de problemas, com atenção para um ritmo acelerado da atualidade. Aqui queremos dar ferramentas para ultrapassarem os vossos desafios».
No que toca a desafios, vão existir três provas distintas, cada uma adaptada à faixa etária de cada equipa participante. Para os alunos do ensino básico, a proposta passa por percorrer um percurso e ultrapassar obstáculos. No escalão acima, ensino secundário, o objetivo passa por recolher e entregar encomendas percorrendo um ambiente simulado. Já no patamar “mais elevado”, no ensino superior, o desafio será perseguir e apanhar um “ladrão” navegando um “labirinto” e utilizando uma programação mais avançada. Após a final, serão entregues vários prémios, mas um dos principais atraentes do evento são mesmo as atividades paralelas.
A organização preparou atividades de construção de mascotes, atividades no UC Exploratório, uma caça ao tesouro, um torneio de matraquilhos, um “rouxinol” (onde se desafia os participantes a criar músicas) e, ainda, um “quizz”. Para além desta agenda todos os participantes podem ver as suas dúvidas técnicas e práticas respondidas, «basta apenas perguntar», sublinha a organização.











