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AAC/UC sagra-se campeã nacional universitária

Equipa da Associação Académica de Coimbra/Universidade de Coimbra não deu hipóteses à “Nova” na final de hóquei em patins que foi no Universitário.

Jogar em casa e com grande apoio das bancadas, ser dominador, entrar com tudo, não dar hipóteses, mostrar-se técnica, física e mentalmente superior. Assim se resume a forma como a equipa universitária da Associação Académica de Coimbra/Universidade de Coimbra conquistou o título de campeã nacional universitária não tendo dado qualquer hipótese à formação da Universidade Nova de Lisboa que superou com o resultado de 6-2.

Desta forma, não é de estranhar que a Académica tenha entrado melhor com Vasco Pereira a ficar perto de inaugurar o marcador logo a “abrir”. Não marcou Vasco, marcou mesmo Hugo Pereira na conclusão de uma boa jogada com remate potente.

A resposta dos forasteiros surgiu por parte de Francisco Maximiano mas Gamelas disse “presente”. Porém, era mesmo a AAC a ir testando, de várias maneiras, o guardião Gonçalo Henriques. O “10” da NOVA foi acumulando boas intervenções e, aos 10 minutos de jogo, a formação de Coimbra já tinha criado lances suficientes para estar mais “confortável” no marcador. Mas não estava. Ainda. Os lisboetas, por seu turno, iam tentando defender como podiam e jogando no erro dos academistas. Aos 15’, Vasco Teixeira só teve o “tiro” parado por um grande “stop” de Gamelas. Seguiu-se Gonçalo Barreiros, a ameaçar, com Gamelas novamente a responder com uma defesa a dois tempos.
Todavia, e após novos momentos de insistência, foram mesmo os visitados a marcarem por Bruno Caniceiro.

 

Foto Hóquei Patins 2

Praticamente no minuto seguinte, e aproveitando algum desnorte dos visitantes, foi José Flores a fazer o 3-0 e a colocar justiça no marcador bem perto do intervalo.
A etapa complementar principia novamente com a AAC/UC por cima dos acontecimentos. Vasco Pereira ameaçou e, depois, não deixou só a simples ameaça como colocou a bola preta no fundo das redes elevando a contagem para 4-0.

A Nova ia tendo em Chumbinho o seu elemento mais irrequieto e, aos 40’, acabou mesmo por chegar ao 4-1 por João Gerardo num remate de longe.
Mas nada que beliscasse ou importunasse muito os “donos da casa”. Até porque Bruno Caniceiro não demorou muito a fazer o seu festejo típico e foi o autor do 5-1 após bela jogada dos “capas negras”.

Os “homens da Capital” voltaram a mostrar que também estavam ali para disputar o encontro até ao fim e chegaram ao 5-2 por Vasco Teixeira logo a seguir.
Todavia, Hugo Pereira não gostou e, já na reta final, aumentou o “placard” para 6-2. e fez o pavilhão explodir em festa com os sticks bem lá no alto.

Março 11, 2026 . 18:45

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