
“Queremos estar no top 5 das federações com mais atletas”
Diário de Coimbra Embora seja recente, como tem sido este desafio de liderar a FADU?
Diogo Salgado Braz Tem sido extremamente desafiante, apesar de já estar dentro da estrutura e conhecer minimamente os cantos à casa, por assim dizer, mas só quando uma pessoa assume o leme e chega a esta posição é que acaba por ter um conhecimento generalizado e transversal de todas as áreas de atuação da FADU. Diria que os dois primeiros meses acabam por ser sempre de adaptação, de atualização dos assuntos que estão em curso e encontramo-nos neste momento já numa fase de estruturação organizacional já avançada para conseguimos implementar o que nós nos propusemos a realizar no nosso programa de mandato. Portanto, têm sido meses desafiantes, com muito trabalho, mas, acima de tudo, com uma felicidade enorme e um gosto acrescido de fazer algo que gosto, que me revejo e em que sinto que posso contribuir e dar a minha quota parte para um futuro melhor do desporto universitário em Portugal.
O que o levou a “embarcar” nesta aventura? É o gosto pelo desporto ou pelo associativismo?
Acaba por ter de tudo um pouco. Sempre tive uma ligação umbilical ao setor desportivo desde a minha génese, talvez por contextos familiares, e também ao associativismo. Tive a oportunidade desde cedo de acompanhar o meu pai nas trajetórias associativas através de um clube recreativo de uma pequena aldeia transmontana, denominada Carviçais. E, desde então, sempre me despertou o “bichinho” do associativismo ao acompanhar os trabalhos semanais desse mesmo clube. Depois, como tudo, é preciso ter sorte. Tenho tido essa sorte no sentido de me cruzar e ter encontrado pessoas no meu caminho que me têm auxiliado e me têm ajudado de forma fantástica ao longo deste meu curto percurso. Posso dizer com muita felicidade, por exemplo, que aos 21 anos era um dos vice-presidentes da Associação de Futebol de Bragança. Isso é algo que é importante para pessoas com que nos cruzamos no caminho, que nos abrem portas, nos dão oportunidade de aprender, de transmitirmos também a nossa causa e conseguirmos colocar em prática ferramentas do nosso dia a dia, mas, acima de tudo, é uma aprendizagem constante. Felizmente, até então, tem sido um percurso fantástico, em que tenho aprendido imenso.
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