
"Que seja o início de uma longa jornada de medalhas internacionais"
Diário de Coimbra | Venceu medalhas em Portugal e, também, recentemente, já conquistou medalhas em provas internacionais. Como é que têm sido os últimos meses para si?
Sofia Gaspar | Têm sido longos meses de trabalho, com treinos bidiários, várias horas dentro e em cima do tapete, com muito treino físico e preparação. É possível perceber que com esta preparação, os resultados têm aparecido.
Qual considera, então, que foi o momento mais marcante destes últimos tempos?
Acho que todas as medalhas são importantes. A que marcou mais a esse nível foi a recente medalha de bronze na Taça da Europa de Cadetes, em Roma. Espero que este seja o início de uma longa jornada de medalhas internacionais que está para vir.
A sensação de competir por Portugal é diferente em relação aquela que tem quando compete na Académica?
Acho que a sensação de competir pela Académica é muito boa e é sempre bom ter o símbolo do clube ao peito. Como é o clube onde comecei é algo sempre marcante. Em provas em Espanha e outras, acabo sempre por estar com o símbolo da Académica ao peito. A Académica está sempre presente mesmo que esteja a representar a seleção nacional. Óbvio que, ter conseguido, em Roma, ver a bandeira de Portugal a subir, foi algo emocionante. É uma sensação especial estar na seleção e saber que estamos a representar bem a nossa cidade e o nosso país.
Ter, no clube, a atleta olímpica Catarina Costa, o antigo olímpico e atual treinador João Neto, é algo que te inspira e serve como exemplo?
Sim. O João é um grande treinador que me apoia muito e ajuda na preparação. A Catarina, como parceira de treino, também me ajuda bastante e é uma inspiração poder acompanhar o trabalho dela, que já acompanho há muito tempo. São duas figuras que considero muito importantes no meu percurso atual.
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