
António Oliveira: “Este título foi uma conquista muito saborosa”
Diário de Coimbra Este título na 2.ª Divisão de pista curta e subida à 1.ª Divisão era um objetivo?
António Oliveira Sim. Sem grandes rodeios, assumo que era um objetivo. Conseguimos reforçar-nos bem a pensar já na competição de clubes ao ar livre e, mesmo assim, ainda nos faltaram atletas internacionais portugueses e de grande nível como o Rogério Amaral e o Edgar Campré. De qualquer forma, sabíamos que tínhamos qualidade para sermos campeões e subirmos à 1.ª Divisão e foi exatamente isso que aconteceu.
O facto de ter sido decidido com os mesmos pontos do CAOV, mas com mais vitórias, torna tudo ainda mais especial?
Terminámos a primeira jornada na frente, com quatro pontos. Sabíamos, precisamente, que a primeira jornada nos iria ser mais favorável do que a segunda. Mas também sabíamos que existem sempre contratempos no atletismo e há coisas que acabam por não correr como esperado. Houve um ou outra atleta que esteve bem mas foi azarado nas provas que fizeram. Por exemplo, logo a abrir a segunda jornada, o David Neves, que pensávamos que ira chegar ao top três, teve um toque na primeira barra. Esse foi um momento que tivemos algum receio quanto ao título. Depois, ganhámos os 800 metros. O José Pedro Neves venceu no triplo salto e isso deu-nos bastante alento. Tínhamos, ainda, a estafeta de 4x400 metros em que apresentámos uma excelente equipa. Conseguimos bater um recorde distrital que era de 2013 nessa prova. Tudo isto, acabou por gerar uma vitória muito saborosa.
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