
Rio Ceira arrastou toneladas de árvores
A precipitação deu tréguas e os populares do Cabouco, em Ceira, também puderam respirar fundo ao fim de três semanas de sobressalto, mas agora há muito trabalho para retirar todos os troncos, canas e vegetação arrastados na corrente do rio.
Lurdes é proprietária de um café no Cabouco e só este ano contou «oito cheias». «Umas vezes a água vinha até à estrada, outras entrou mesmo pelas casas», relatava ao Diário de Coimbra. Nas traseiras do café, num pomar acumulavam-se troncos de árvores, canas e muita lama.
«Agora temos aí muita lenha», afirmou, dando ênfase ao trabalho que os populares iriam ter para cortar e limpar os terrenos agrícolas nas margens do rio.
No sábado e aproveitando o sol que se fez sentir, muitos aproveitaram para limpar a lama das casas e esperar que este ano o pior já tenha passado.












