
Bombeiros de Cantanhede revelam eixos estratégicos para novo mandato
«A valorização do bombeiro, a sustentabilidade financeira e a modernização operacional» são os três eixos estratégicos da Associação Humanitária para o mandato que agora iniciou e se estende até 2028.
Adérito Machado elencou o conteúdo programático da ação da sua direção considerando que o «maior património da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Cantanhede (AHBVC) são as pessoas», por isso, diz, «urge reforçar os incentivos ao voluntariado e melhorar as condições de segurança e formação», assente numa gestão rigorosa dos recursos humanos e no reforço de parcerias com interesse para os bombeiros, os associados e a instituição, através da atualização da frota e dos equipamentos», garantindo, desta forma, que os «operacionais dispõem dos meios necessários para responder ao socorro, à vasta mancha florestal e à orla costeira».
O responsável afirmou ainda assumir a presidência da corporação «com sentido de união e profundo respeito pela responsabilidade confiada pelos associados». O presidente da direção sublinhou igualmente «o peso histórico» da instituição, referindo que «ao olhar o quartel» não vê apenas «paredes e viaturas», vê, sim, «123 anos de história, construídos na coragem de quem escolheu servir a nobre causa dos bombeiros e a comunidade acima de tudo», frisou.
Na sua intervenção, Rogério Marques, começou por deixar uma palavra de reconhecimento pelo trabalho desenvolvido no mandato anterior, sublinhando que este «contribuiu para a estabilidade institucional e para o prestígio da associação».
O presidente da Mesa da Assembleia Geral recordou que este é o órgão máximo da associação, a quem compete «garantir o cumprimento dos estatutos, promover a participação dos sócios e assegurar que as decisões tomadas refletem sempre o interesse coletivo e a missão da instituição».
Rogério Marques referiu ainda que as associações de bombeiros enfrentam atualmente «desafios exigentes, ao nível operacional, da sustentabilidade financeira e do bem-estar de colaboradores e voluntários», defendendo que só com «cooperação, lealdade institucional e foco na missão será possível responder a estas exigências».
O dirigente sublinhou, por fim, que as novas funções implicam «maior responsabilidade e trabalho acrescido», reconhecendo que, apesar das dificuldades, estas poderão ser superadas «com o conhecimento e a experiência» acumulados ao longo dos anos, «empenho, confiança, dignidade e um profundo sentido de solidariedade e serviço público».











