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Quadro de volta a casa em momento de aniversário

A Previdência Portuguesa celebrou os seus 97 anos e, em dia de festa, recebeu uma prenda “inesperada”

«É preciso honrar o trabalho que fazemos e continuar a fazê-lo para garantir os bons resultados». Este é um dos desejos de António Martins de Oliveira, presidente do conselho de administração d’A Previdência Portuguesa. Com 97 anos, a entidade aproxima-se do “redondo” centenário e, ontem, na Casa da Mutualidade, apresentou uma nova exposição junto dos seus amigos, colaboradores e demais convidados, ao mesmo tempo que se cantaram os parabéns à APP.

Foi ainda antes da celebração que José Branquinho Carvalho (filho) e a sua irmã gémea se juntaram ao dirigente da APP para o parabenizar e protagonizarem um momento especial. «Há muitos anos este quadro foi oferecido ao meu pai e ficou guardado em casa, pendurado no quarto da nossa mãe, até agora. O desejo sempre foi devolvê-lo a casa e hoje temos essa oportunidade» contou. O pai, que partilha do mesmo nome, foi anteriormente presidente d’A Previdência Portuguesa e António Martins Oliveira não escondeu a sua emoção. «Fico muito feliz por perceber que esta ligação não se perdeu».

Com mais de 7.300 associados e 210 parceiros, a APP continua a crescer e o desejo é manter esse aumento, mas sempre «com qualidade». «Há um dizer africano que diz “Se queres ir rápido vai sozinho, mas se queres ir longe, vai acompanhado” e A Previdência está muito bem acompanhada e faz-se acompanhar da sua comunidade» enalteceu Luís Alberto, presidente da Associação Mutualista. Em análise aos 97 anos, sublinha as «mudanças sociais» e «económicas» da comunidade e destaca que «o crescimento do ecossistema social vivo» faz com que exista um trabalho de «inclusão social» conjunto entre APP e sociedade. «É preciso haver ambição a larga escala para olhar para o futuro com longevidade», uma longevidade que apenas acontece graças ao trabalho de todos.

Em data de aniversário foi estreada a exposição “Everybody’s Got Something to Hide Except Me and My Monkey”, de Miguel Pinheiro, que faz repensar a herança de Coimbra com uso de linogravura, com uso de partituras para piano e documentos de vários tipos.

Janeiro 12, 2026 . 07:15

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