
ULS de Coimbra abre processo de averiguações em relação a doente oncológica terminal deitada no chão da Urgência
O Diário de Coimbra pediu esclarecimentos à Unidade Local de Saúde (ULS) Coimbra em relação ao caso de uma doente oncológica terminal que teve de ser deitada no chão da Urgência dos HUC por falta de asssistência e, em comunicado, esta garante que «será aberto um processo de averiguações, com o objetivo de apurar, com rigor e serenidade, todas as circunstâncias associadas ao caso».
Um processo que, esclarece em comunicado divulgado hoje à tarde, «será acompanhado de forma próxima pelo Serviço de Humanização e pelo Provedor do Utente», assegurando que todas as partes envolvidas serão ouvidas, o mesmo acontecendo relativamente à «análise dos procedimentos adotados», no sentido de garantir a «formulação de propostas de melhoria». «Todas as situações reportadas são tratadas com seriedade, transparência e responsabilidade», assegura.
A ULS faz notar que o Serviço de Urgência dos HUC «é o maior do país» em volume de episódios e diferenciação de cuidados prestados. Serviço assegurado por «equipas excecionais de profissionais de saúde» que mesmo em «contexto de contingência têm assegurado resultados de referência a nível nacional, incluindo os tempos de acesso à observação médica».
A ULS reforça o seu compromisso com a humanização dos cuidados de saúde, particularmente no que se refere aos doentes oncológicos e anuncia que este ano vai avançar a consulta Aberta no Hospital de Dia de Oncologia, «destinada a reforçar o acompanhamento clínico e a resposta às necessidades destes doentes, evitando o recurso aos serviços de Urgência». Simultaneamente, será reforçado «o apoio dos cuidados paliativos no domicílio», adianta.











