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Orquestra Clássica do Centro comemora 24 anos de atividades ininterruptas

13 de dezembro de 2001 foi dia do primeiro concerto da então Orquestra de Câmara de Coimbra. Em 2026 festejam-se 25 anos de conquistas deste projeto que contribui para afirmação cultural da região

O primeiro concerto da Orquestra Clássica do Centro (OCC) realizou-se a 13 de dezembro de 2001, no Teatro Académico de Gil Vicente, na altura com a designação de Orquestra de Câmara de Coimbra. Assinalam-se, assim, hoje 24 anos do nascimento de um projeto que em 2026 festeja 25 anos ininterruptos de atividade, e que, portanto, terá um próximo ano recheado de comemorações.

Para já, e em conversa com o Diário de Coimbra, Emília Martins, presidente da OCC, faz o balanço deste ano, que aponta como tendo sido «de continuação do trabalho que a orquestra tem desenvolvido ao longo destes anos» «Continuámos a realizar concertos, essencialmente com a orquestra», afirma, realçando, também, porém, os «concertos com formações de câmara, que são formações mais pequenas entre cerca de três a dez elementos, que geralmente se realizam em espaços mais pequenos em termos da dimensão» e que funcionam como uma das vertentes às «formação clássica habitual da orquestra com cerca 33 elementos».

Nos concertos de Câmara um dos destaques vai para «o ciclo Concertos da Justiça, uma parceria com todos os tribunais superiores portugueses», exalta Emília Martins, que sublinha ainda as participações em festivais coorganizados pela OCC. É o caso do « Festival “Musas”, com a colaboração do Município de Condeixa e do Museu Nacional de Conímbriga, mas também o “Sintonias”, numa vila onde vamos todos os anos, que se chama Penedono», acrescenta a presidente.

«Temos parcerias com municípios, com alguns museus, e organizamos com eles não só concertos, mas também festivais, conferências, exposições, entre outros eventos», revela Emília Martins. Ou seja, «a orquestra não organiza e promove só concertos, mas uma série de atividades de cariz cultural no seu espaço sede, o Pavilhão Centro Portugal, mas em diversos locais do país e da Europa».

 

As atividades que assinalam um quarto de século vão ser várias, entre «conferências, concertos e outras atividades», acrescenta Emília Martins

Porém, o ano ainda não acabou e são diversos os concertos ao longo deste mês. A presidente conta que hoje a OCC vai estar em Lisboa, na Igreja de São Nicolau, «com a formação habitual». «Depois, no dia 20, temos o concerto de Natal, em Coimbra, no Convento São Francisco». Em Coimbra, a orquestra fará ainda um concerto com formação de Câmara, na segunda-feira, no Palácio da Justiça. Amanhã, em colaboração com o Museu Nacional de Conímbriga, o concerto será em Condeixa-a-Nova.

Em dia que marca os 24 anos do primeiro concerto, Emília Martins realça a «regularidade e a continuidade que a associação tem desde 2001». Não esquecendo que esta comemoração é de «um trabalho ininterrupto ao longo dos anos e ao longo de todo o ano, porque as atividades não são ocasionais ou durante alguns meses do ano, de facto concretizam-se ao longo dos 12 meses».

A presidente antecipa um ano de 2026 de «continuação do trabalho» que tem vindo a desenvolver-. «Queremos que não pare», diz, confessando a ambição de, no futuro, «fazer mais e melhor». As atividades que assinalam um quarto de século vão ser várias, entre «conferências, concertos e outras atividades», acrescenta Emília Martins. Entre essas atividades vai ser inaugurada uma exposição comemorativa do aniversário. «Será uma exposição em construção, que irá depois sendo enriquecida ao longo do ano, mas que será inaugurada nas primeiras semanas de janeiro», revela.

Dezembro 13, 2025 . 09:15

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