
“Sinto orgulho na jovem de 2012 que decidiu dar este passo e entrar na arbitragem”
Se, em 2012, lhe dissessem que ia chegar a este patamar, acreditaria?
Acredito que não. Quando comecei, tudo era desconhecido: as regras, os contextos, o ambiente competitivo. Era impossível imaginar um percurso tão positivo e exigente. Mas sempre fui muito dedicada, muito exigente comigo mesma e apaixonada pelos desafios. Com o tempo, fui percebendo que, com trabalho e persistência, podia chegar mais longe do que alguma vez imaginei. Hoje, olhando para trás, sinto orgulho na jovem de 2012 que decidiu dar este passo e entrar na arbitragem sem saber onde a iria levar.
Chega ao quadro nacional em 2018, apita a final da Taça de Portugal em 2020 e em 2024 torna-se internacional. Feliz com este trajeto?
Muito feliz e realizada. Cada etapa foi construída com muito esforço, dedicação e entrega. Ser chamada para uma final da Taça de Portugal e chegar ao quadro internacional, são conquistas que representam todo o trabalho de muitos anos. É um percurso que me motiva a continuar a evoluir e a honrar as oportunidades que me são dadas.
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