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“Voltei para casa com a sensação de ter feito parte de um momento histórico para a modalidade”

Filipa Prata, árbitra do Conselho de Arbitragem da AF Coimbra representou Portugal na histórica primeira edição do Mundial de Futsal Feminino. Uma experiência que leva para a vida, tal como as amizades que fez. Natural de Cantanhede, iniciou a ligação à arbitragem em 2012, é terapeuta ocupacional de profissão, quer continuar entre a elite mundial e é um exemplo para as jovens árbitras que estão a dar os primeiros passos na modalidade

Diário de Coimbra Que balanço faz da participação na primeira edição do Mundial Feminino?
Filipa Prata O balanço é positivo, sem dúvida. Participar na primeira edição de um Mundial Feminino é algo que ficará para sempre marcado na minha car­reira e na minha vida. Senti, desde o primeiro momento, um enorme orgulho por ter si­do selecionada para representar a arbitragem portuguesa num palco tão importante. Sinto que cresci muito, quer enquanto árbitra, quer como pessoa. A exigência foi máxima, mas o ambiente de trabalho, o espírito de equipa e o profissi­o­nalismo da organização permitiram-me dar o meu melhor em cada momento. Voltei para casa com a sensação de ter feito parte de um momento histórico para a modalidade e com a consciência de que esta experiência me tornou uma árbitra mais completa e preparada.

Que jogo ficará para sempre na memória?
Bem, como apenas tive a oportunidade de arbitrar um jogo nesta competição é sem dúvida esse que me fica na memória, o Filipinas-Marrocos. Foi um jogo que me lembro não apenas pelo jogo em si, mas também pelo facto de ter sido um jogo disputado pela equipa anfitriã, o que fez com que o pavilhão estivesse cheio e com um ambiente in­crí­vel.

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Dezembro 11, 2025 . 07:35

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