
“Voltei para casa com a sensação de ter feito parte de um momento histórico para a modalidade”
Diário de Coimbra Que balanço faz da participação na primeira edição do Mundial Feminino?
Filipa Prata O balanço é positivo, sem dúvida. Participar na primeira edição de um Mundial Feminino é algo que ficará para sempre marcado na minha carreira e na minha vida. Senti, desde o primeiro momento, um enorme orgulho por ter sido selecionada para representar a arbitragem portuguesa num palco tão importante. Sinto que cresci muito, quer enquanto árbitra, quer como pessoa. A exigência foi máxima, mas o ambiente de trabalho, o espírito de equipa e o profissionalismo da organização permitiram-me dar o meu melhor em cada momento. Voltei para casa com a sensação de ter feito parte de um momento histórico para a modalidade e com a consciência de que esta experiência me tornou uma árbitra mais completa e preparada.
Que jogo ficará para sempre na memória?
Bem, como apenas tive a oportunidade de arbitrar um jogo nesta competição é sem dúvida esse que me fica na memória, o Filipinas-Marrocos. Foi um jogo que me lembro não apenas pelo jogo em si, mas também pelo facto de ter sido um jogo disputado pela equipa anfitriã, o que fez com que o pavilhão estivesse cheio e com um ambiente incrível.
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