
"Forte" adesão à greve encerra escolas e condiciona serviços em Coimbra
Em dia de greve geral contra o pacote laboral proposto pelo governo, os impactos estão a sentir-se em múltiplos setores, mas com especial incidência na educação, transportes e saúde. Em declarações ao Diário de Coimbra, Jacinto Santos, coordenador da UGT em Coimbra, indicou que «todos os agrupamentos de escolas» do concelho estão de portas fechadas, acrescentando que, na saúde, também se verifica «uma forte adesão».
«Do que resta dos Covões, só estão serviços mínimos a funcionar», adiantou, realçando que a paralisação nos Hospitais da Universidade de Coimbra também está elevada, o que está a motivar cancelamentos de consultas e exames. «Por exemplo, nos serviços administrativos, tirando os que têm de garantir os serviços mínimos, o resto está perto de 100%», salienta, sem deixar de referir a adesão nos cuidados de saúde primários, «com forte perturbação mas consultas», nomeadamente em Celas, refere.
Nos serviços de higiene da Câmara Municipal, acrescenta, Jacinto Santos, há indicadores que apontam para mais de 90% de trabalhadores "parados". Nos SMTUC, «dos 40 autocarros, saíra, oito, esta manhã», refere, dando conta de uma adesão «superior a 90%».
No setor bancário, conclui Jacinto Santos, o impacto também se está a fazer sentir.
Esta manhã, ficou marcada pela manifestação que decorreu na Praça 8 de Maio, em Coimbra, com a presença de diversos setores de atividade.











