
“Dinamizar a Baixa é fulcral e estamos a trabalhar nisso”
«Queremos garantir o envolvimento do comércio local e dos estabelecimentos da Baixa da Cidade». Foi esta uma das garantias de Miguel Antunes, vice-presidente da Câmara Municipal de Coimbra, indicando que também foi por esse aspeto que tomaram a decisão de fazer uma programação diferente à do último ano.
Questionado sobre os “preparativos”, como o alargamento de horário das licenças para o comércio, o autarca e a chefe do gabinete de grandes eventos da autarquia de Coimbra, Dora Santana, sublinharam que se está «a fazer o possível». «O objetivo é facilitar ao máximo para que o comércio local beneficie deste evento. Não temos planos para concessão de barraquinhas ou outro tipo de comércio» explicou o vice-presidente. No que toca ao licenciamento, Dora Santana refere que «vão ser iniciadas conversas com os comerciantes» e a situação será estudada em sede camarária para depois ser «publicada» no tempo devido.
No final de explicada a intenção de garantir um evento que potencialize o mercado local (como os estabelecimentos hoteleiros, que se esperam em «lotação total» no dia 31 de dezembro e 1 de janeiro de 2026), foi identificado um problema, os transportes, que também deverão ser reforçados. «É preciso estudar as soluções com os SMTUC e com o Metro Mondego para que, não só se estendam os horários, como também se chegue a outras zonas. O objetivo será, pelo menos, garantir que os visitantes chegam a tempo ao primeiro concerto e que podem voltar para as suas casas, hotéis, alojamentos. Para isso temos de garantir transportes, pelo menos, até às 2h00 e retorno do serviço no final da última atuação», defendeu Miguel Antunes.
Neste momento, segundo apurado, ainda não existem mais detalhes sobre ambas as situações, esperando-se uma resposta sobre os temas o mais brevemente possível.










