
“Queremos ajudar a integrar e dinamizar a portugalidade”
Diário de Coimbra Como é que define este MATE Festival?
Eron Quintiliano É um grande encontro de convergências. Para além da música, das artes, da tecnologia e da educação, o MATE também representa a diversidade, a aproximação, a união de diferentes setores, não só da economia, mas também como ponte entre diferentes territórios e países. É um recorte muito explícito da indústria da música e também das artes performativas. Os principais recetores da cultura e das artes portuguesas, da música portuguesa, são a Espanha e o Brasil. Nós fazemos essa aproximação não só com o Brasil, mas também com a Espanha, onde temos uma série de delegados, profissionais, curadores, diretores de festivais, de salas, artistas e criativos que vêm ao MATE, vêm da Espanha, vêm do Brasil, vêm do México, porque a América Latina está muito presente. Então, esse ponto de convergência também, além de proporcionar uma programação artística, proporciona novas relações, novas colaborações, trocas e até circulação. Este ponto de convergência vai além da programação artística, ele potencializa negócios, potencializa a circulação e ainda tem um fator muito importante que é a inclusão. Este ano trazemos ao MATE a primeira edição do MATE Music and Video Awards (MMVA), uma mostra e uma entrega de prémios dedicada aos videoclipes e também aos documentários que têm como objetivo promover o audiovisual.
Para continuar a ler este artigo
nosso assinante:
assinante:











