
Investimento de 4,5 ME dá nova centralidade ao Polo II da Universidade
«Esperámos 25 anos por uma intervenção no Polo II», «foram muitos anos de alguma paragem, de algum isolamento» o que fez com este polo se tenha tornado numa espécie de «parente pobre». Palavras do reitor da Universidade de Coimbra, ontem na apresentação do projeto de requalificação, que prevê a construção de espaços verdes e desportivos e dotar o Polo II e a Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCTUC) de «outra centralidade». Amílcar Falcão fez “mea culpa”, mas «o dinheiro não dá para tudo» e as intervenções têm sido muitas. Agora chegou a hora do Polo II.
«Isto é o princípio», disse, garantindo que as obras vão arrancar o mais rapidamente possível. «Em semanas», precisou, garantindo que em 2026 o projeto vai estar concluído. E deixou a promessa de novos investimentos. «Novas coisas vão acontecer em 2027 e em 2028», garantiu, sem especificar, mas ciente que há muito a fazer nos «20 hectares» e deixando uma mensagem de «força, confiança e otimismo». O Polo II vai ganhar «uma grande centralidade», prometeu.
Reitor garante que esta obra é o início de muitas, que se perfilam para os 20 hectares do Polo II
«Isto é o princípio», disse, garantindo que as obras vão arrancar o mais rapidamente possível. «Em semanas», precisou, garantindo que em 2026 o projeto vai estar concluído. E deixou a promessa de novos investimentos. «Novas coisas vão acontecer em 2027 e em 2028», garantiu, sem especificar, mas ciente que há muito a fazer nos «20 hectares» e deixando uma mensagem de «força, confiança e otimismo». O Polo II vai ganhar «uma grande centralidade», prometeu.
Destaque especial mereceu o novo edifício do Factory Lab, que o reitor considera «uma bandeira para a Engenharia», que representa um investimento de três milhões de euros, com apoio de fundos estruturais, e que o reitor considera um pilar importante.
«Necessitamos de ter Engenharias mais fortes, investigação mais forte e capacidade de investigação mais forte», salientou. Em paralelo, vai avançar o projeto de requalificação, que representa a criação de mais espaços verdes, zonas de estacionamento, criação de duas praças onde se podem realizar eventos e ainda a instalação de um complexo de campos de padel. Uma intervenção que abrange uma área de cerca de três hectares e representa um investimento de um milhão e meio de euros, com o apoio do PRR.
Amílcar Falcão encerrou a sessão e deixou claro que as decisões estão tomadas e o projeto vai avançar, respondendo, desta forma, a alguns intervenientes que questionaram, inclusive, a realização de um processo de consulta pública. Aos mais críticos, designadamente no que concerne aos campos de padel, recordou um antigo projeto, que colocava estes campos no Estádio Universitário, junto aos campos sintético e de rubgy, que não avançou tendo em conta o arruamento que a Câmara pretendia fazer. A Universidade suspendeu o projeto e entendeu que fazia sentido ficar no Polo II, contribuindo para «dar mais vida ao Polo II», pois os campos de padel, com a resposta de restauração que lhe está associada, vão permitir aumentar a segurança e promover a vivência daquele espaço, onde durante o período letivo se encontram praticamente seis mil alunos, professores e funcionários e à noite fica um verdadeiro deserto.
«Fizemos as opções certas», disse, ainda em respostas às observações mais críticas. O projeto vai avançar, mas «é um projeto aberto», salientou o reitor, que lembrou que, no passado, se chegou a equacionar ali a construção das Faculdades de Psicologia e de Ciências de Desporto e Educação Física.
«Quem sabe isso não vai acontecer um dia?», questionou, deixando antever que não será no seu tempo como reitor.










