
TAGV continua a trilhar caminho robusto de crescimento
O Teatro Académico de Gil Vicente (TAGV) completou ontem 64 anos de atividade e nada melhor que celebrar a efeméride com o lançamento da nova meia temporada. De setembro deste ano a fevereiro de 2026 são muitas as ações de cariz cultural (do teatro à dança, passando pelo cinema, música e até mesmo pelo stand up, numa aposta que visa a “polinização” junto de públicos mais jovens) que certamente irão continuar a atrair muitas pessoas, como, de resto, aconteceu na temporada passada. Isso mesmo enalteceu Sílvio Correia Santos, diretor do TAGV, na conferência de apresentação do programa, na presença de Delfim Leão, vice--reitor para a Cultura e Ciência Aberta da Universidade de Coimbra.
«Foram cerca de 43 mil os espectadores registados na temporada 2024/2025», mais três mil que no ano transato, o que se traduz numa «subida consistente desde o período da Covid», havendo margem para continuar a crescer, vincou o responsável. Esta não é, porém, a única métrica que atesta o facto de estar a ser «trilhado um caminho coerente e de reconhecimento, com bons resultados do ponto de vista artístico». Neste sentido, o trabalho realizado pela equipa de mediação do TAGV - colocando em diálogo as diversas ações com a programação - traduz-se em «bons resultados», numa clara aproximação à comunidade, nomeadamente famílias e escolas.
É o que se pretende com a vasta e diversificada programação ontem apresentada publicamente, numa parceria com entidades locais e regionais, com «todos os espetáculos previstos a trazerem coisas novas para pensar e que têm a ver com o tempo atual», esclareceu Sílvio Correia Santos, avançando ainda que o orçamento desta meia temporada é de 150 mil euros.











